Qual o melhor sistema de fraldas?

A resposta para esta questão é que nao existe um sistema melhor que o outro. Existem sim, sistemas que se adaptam melhor ou não a um determinado estilo de vida e ao dia a dia de determinada família.

É fundamental percebermos que:  o que se adapta a minha família e o sistema que considero como preferido pode nao ser o preferido da família que mora ao meu lado.

Na ecologicalkids de Lisboa por exemplo temos duas clientes irmãs, muito próximas, mães cada uma de uma menina e ambas com estilos de vida e sistemas de fraldas preferidos completamente diferentes.

Assim, é fundamental perceber cada sistema de fraldas, experimentar os vários tipos para se definir o que é melhor para aquela família.

O sistema de capa e pré dobradas é o mais económico e se a preocupação principal é a questão económica e ambiental esta é sem duvida a opção, se o beb vai ficar em casa este também pode ser a opção, as fraldas são confortáveis, secam rápido, são fáceis de lavar no entanto nao se adaptam a creche e necessitam de ser mudadas com mais frequência pelo que nao são o sistema preferido de mães que tem bebés que dormem muitas horas.

O sistema de fraldas de bolso é o preferido da maioria dos pais e adapta-se melhor a pais que trabalham fora de casa e têm pouco tempo pois as fraldas secam muito rápido e nao exigem alfinetes nem snappis. Este sistema de fraldas adapta- se à creche e, dado que permite o ajuste da absorção, é perfeito para bebés que dormem muitas horas.

O sistema de fraldas tudo em um, é perfeito para creche, casa dos avós e quem queira a fralda mais rápida de colocar, no entanto é a fralda que demora mais tempo a secar e quem opta apenas por este sistema deve ter mais fraldas que as habituais 30.

No entanto nao temos de ter apenas um sistema de fraldas a maioria das famílias opta realmente por ter um misto tendo na maioria as fraldas que prefere.

Assim se está a tomar a decisão da primeira compra de fraldas reutilizaveis e deseja ter a experiência dos vários sistemas a compra segura é:

Como acessórios para tornar todo o processo mais fácil:

Desta forma conseguimos ter a experiência completa incluindo todos os sistemas de fraldas.

Lembre-se que as fraldas reutilizáveis servem para aumentar o conforto do bebé e poupar o nosso ambiente, no entanto, não se sinta mal se por conveniência por vezes tiver de utilizar uma fralda descartável, já é fantástico que opte por utilizar fraldas reutilizáveis a maior parte do tempo, o impacto para o ambiente e para o bem estar do seu bebé por o fazer já é muito bom!

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Sugestões de leitura para Setembro

Para ler e abraçar os mais pequeninos…

Adivinha Quanto eu Gosto de Ti No Outono
Sam McBratney e Anita Jeram
Caminho
adivinha quanto eu gosto de ti no outono

“A Pequena Lebre Castanha adora brincar ao vento do Outono

– especialmente quando ele lhe traz uma grande surpresa…”.
A curiosidade, a doçura, o “sabor do vento” num livro pequenino, que eles podem segurar e abraçar, enquanto deixam a imaginação brincar com as folhas e correr com as lebres castanhas.

Livros que enamoram 

Onde Moram as Casas,
Carla Maia de Almeida, Alexandre Esgaio
Caminho

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“As pessoas moram nas casas, mas o contrário também é verdade: AS CASAS MORAM NAS PESSOAS.

Algumas gostam de estar perto umas das outras, tão perto que se possam tocar, ver, ouvir, cheirar e saborear”. 

Setembro começa a fazer-nos voltar calmamente mais para dentro.  As janelas convidam a namorar as folhas e a casa é um lugar acolhedor onde gostamos de ler, sonhar e ser…

Logo CabeçudosExiste uma livraria especial, daquelas livrarias onde as pessoas que lá estão sabem o que está por detrás das várias capas com desenhos 🙂
Um sitio onde se queremos uma história com uma joaninha para uma joana bebé ou se queremos um livro para a mais recente bailarina da família basta dizermos o que procuramos que nos indicam o livro certo 🙂
É uma livraria que recomendamos com todo o coração!
Chama-se Cabeçudos antes era na expo mas agora podem encontrar as melhores histórias no Lumiar junto à   Quinta das conchas.

Sophie a Girafa

Para quem deseja ver como a Sophie é feita segue video 🙂

A Sophie passa por 14 processos manuais, desde a recolha da seiva da arvore da borracha até ao produto final.

Em 100% borracha natural e pintada com tinta alimentar a Sophie é adorada por milhares de bebés 🙂

Espero que gostem:

Decisão tomada

Pois é, a decisão está tomada e hoje venho aqui partilhá-la convosco 🙂

Tal como vos tinha dito num post anterior sobre o fim da minha licença de maternidade e consequente regresso ao trabalho, a Ecologicalkids dá a possibilidade de as suas colaboradoras poderem tirar uma licença sem vencimento e ficarem com os seus bebés até completarem um ano.

Optei então, depois de muita ponderação, por aproveitar esta oportunidade de ficar com o João mais cinco meses e acompanhá-lo sem perder pitada do seu crescimento até ao primeiro aninho.

Não foi uma opção só minha mas também do pai que concordou que nesta fase o mais importante é o João poder usufruir do contacto e da presença da mãe junto dele o máximo de tempo possível.

Da minha parte sinto-me feliz porque adoro cuidar do meu filho e não me importo nada de ser mãe a tempo inteiro, por isso estou bem! E cinco meses passam a correr…

Claro que pesou o facto de durante esse tempo ficar sem o meu salário, mas felizmente que temos possibilidade de passar sem esse rendimento.

Li os comentários deixados ao meu post sobre o regresso ao trabalho e extensão da licença de maternidade até um ano, reparei que as opiniões divergiam.

Na minha maneira de ver ninguém é pior ou melhor mãe porque decide ficar em casa ou porque prefere ir trabalhar. Sou da opinião de que a presença da mãe (e do pai) é fundamental nos primeiros anos de vida da criança e que muitas mães não passam mais tempo com os filhos porque a vida e a nossa sociedade conforme está organizada assim não o permite.

Por exemplo, nos países do Norte da Europa a licença de maternidade é bem mais extensa e as condições dadas quer às mães quer aos pais são bem diferentes da nossa realidade. Acreditam que os pais são o pilar educativo e afetivo da criança, que devem ser os pais e não terceiros a cuidar dos   seus bebés, e como tal, esses países garantem as condições necessárias para que pais e filhos partilhem o máximo de tempo possível.

Mas acima de tudo as mães para educarem bem os seus filhos têm de se sentir bem, fisica e psicologicamente, e se sentirem melhor a trabalhar devem-no fazer.
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Vou continuar por aqui a escrever e estar atenta às novidades da minha loja preferida!

Beijinhos.

 

 

O João, os dentinhos e a Sophie

Com cinco meses acabados de fazer já o João tinha os dois dentinhos de baixo cá fora. Não foi nada dramático, só me apercebi porque me deu uma trinca enquanto mamava 🙂 . Mas não teve febre, nem diarreias e não notei nenhuma mudança relevante no comportamento. Apenas se babava mais do que o normal e levava desesperadamente as mãos à boca. A avó passou na loja e comprou o boneco mordedor Sophie para o João. Até hoje são inseparáveis!

 

Adora apertá-lo para ouvir o seu chiar, a primeira vez que o conseguiu fazer assustou-se, mas soltou uma gargalhada logo de seguida.

Nos últimos dias notei que pegava muito na girafa para coçar as gengivas de cima, quando fui a ver estavam mais dois dentinhos a espreitar, o incisivo central e lateral e outro já a querer eclodir.

A minha avó costumava dizer “se toda a mãe soubesse quando seu filho adentecia para o monte fugia” 🙂 . Mas felizmente o João tem passado bem esta fase dos dentinhos!

E com os V/ bebés, qual a experiência?

Mãe salva o seu bebé com abraços, carinho e leite materno

Decidi partilhar esta história convosco porque mostra a importância do contacto entre mãe e bebé, claro que foi um milagre mas a razão porque aconteceu foi esta mãe ter ficado com o seu bebé junto a si.

A mãe Kate Ogg teve os seus gemeos às 27 semanas, uma menina e um menino, a menina nasceu bem mas o menino depois dos médicos tentarem durante 20 minutos que respirasse sem sucesso foi declarado morto.

Nessa altura o médido com o bebé embrulhado vai entregá-lo à mãe e diz que infelizmente ele não conseguiu sobreviver.
A Kate, já sem esperança numa tentativa de sentir o seu bebé tirou-o da sua manta e colocou-o diretamente junto à sua pele , embalando-o assim ficou a falar com ele a acarinhá-lo durante duas horas; até que a coisa mais maravilhosa aconteceu, alguns goles de ar parecem sair de repente da boca do bebé, o que os médicos informaram ser um reflexo, para não terem esperança, nessa altura a kate coloca com o seu dedo umas gotas de leite materno na boca do bebé e este começou a respirar normalmente, passado uns segundos o bebé abre os olhos, movimenta a cabeça de um lado para o outro e segura com a sua mãozinha o dedo da mãe.
A Kate apenas soluçava e o médico dizia que não podia acreditar.
Mother Brings Baby Back to Life With Two Hours Of Loving Cuddles After Doctors Pronounce Him Dead

Passados alguns dias, esta mãe australiana falou publicamente, disse que o que fez foi instintivo  e que acha que foi isso que salvou o seu bebé.

A kate contou que após 3 horas de parto e de vinte minutos a tentarem salvar o seu bebé o médico apareceu no quarto e perguntou? ” já escolheram o nome para o vosso bebé?” ao que eles responderam ” sim, Jamie” , aí o médico, com o bebé embrulhado nos braços disse ” Perdemos o Jamie, ele não conseguiu sobreviver, desculpem”.

Nessa altura a Kate despiu a sua camisa de dormir hospitalar, recebeu o seu bebé, tirou-lhe a manta e juntou-o ao seu corpo, embalando-o enquanto ela e o marido falavam com o bebé, dizendo-lhe como se chamava, que tinha uma irmã e falaram do que teria sido a vida dele e o que podiam ter feito juntos.
A Kate diz “que o Jamie de vez enquando fazia o reflexo de ar mas eu começei a sentir movimento e quando lhe dei a gota de leite ele começou a respirar”

Com o Jamie já com cinco meses a Kate foi com o seu marido e filhos a um programa de televisão australiano, fica aqui a reportagem caso desejem ver.

Quando as fraldas cheiram mal após a lavagem

Como já referi noutros posts o meu saco impermeável das fraldas está dentro de um cesto de roupa ao pé da máquina de lavar e mantenho-o sempre aberto pois a marquise é muito arejada. Nunca tive problema com maus cheiros enquanto as fraldas estão à espera de serem lavadas. Nem tenho sequer sentido necessidade de utilizar o pó para balde da Rockingreen ou qualquer outro neutralizador de cheiros.

Mas há sensivelmente dois meses comecei a sentir um mau odor nas fraldas depois de lavadas quando o João fazia xixi, principalmente nas da noite. Já tinha ouvido falar imensas vezes mas agora tive o “prazer” de sentir o tão famoso cheiro a amónia! Eu não me surpreendi pois já esperava que acontecesse depois de dezenas de utilizações e muitas horas seguidas de sono!

Mas é inevitável não fazer aquela cara feia de “blhaaac” quando abrimos a fralda de manhã e sentimos aquele forte aroma a dar-nos bom dia!

Resolvi então fazer o tratamento com o anti amónia e para já tem resultado!

1º Fiz a pre lavagem como normalmente faço (mais ou menos 14 fraldas e o dobro dos absorventes)

2º Lavagem intensiva com RockinGreen Classic (uma colher)

3º Lavagem mais curta com anti amónia, interrompida para as fraldas ficarem de molho (deixei durante a noite)

4º Conclusão da lavagem (que ficou a meio com as fraldas de molho no ponto anterior)

Como tem estado mais calor e o João iniciou a alimentação sólida tenho lavado as fraldas dia sim dia não. Por exemplo, segunda à noite estendo uma máquina de fraldas, quarta ao final do dia estou a fazer outra lavagem.

Se vir que a máquina está muito aquém da sua capacidade, depois da pré lavagem, coloco uma toalha para o programa não saltar e as fraldas poderem bater umas nas outras de forma a ficarem mais bem lavadas.
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Mais ou menos de quinze em quinze dias lavo os absorventes (e só os absorventes) a 60ºC e deixo-os de molho com o anti amónia na máquina. Ou seja, depois da lavagem concluída, retiro as fraldas para estender e faço um programa curto só com os absorventes para os deixar de molho dentro da máquina.

Comigo este procedimento resultou e desde que o adotei não tenho sentido mau cheiro nas fraldas do João! 🙂

A amamentação – a minha experiência

Adorei ler o testemunho da Tânia C. e como um comentário ficaria demasiado extenso resolvi partilhar também a minha experiencia neste post.

O meu João está com seis meses e duas semanas e mamou em exclusivo até aos seis meses. Agora já lhe introduzi a alimentação complementar, sopa e papa, mas a base principal da sua alimentação continua a ser o leite materno.

Tal como a Tânia C. sempre tive muita vontade de amamentar. Embora já estivesse informada e soubesse que o leite materno é o alimento mais completo para o bebé, quando fiquei grávida despertei ainda mais para o tema. Pesquisei, li, ouvi e não tive dúvidas de que dar de mamar seria o melhor quer para mim quer para o bebé.

E felizmente, toda a minha experiência tem sido muito positiva!

Tive um parto normal, sem complicações, eu e o João ficamos de perfeita saúde. Estavam reunidas as condições para que pudesse iniciar a tão esperada amamentação. E assim foi. Pouco tempo depois de o João ter nascido, ainda na sala de partos, veio para junto de mim e agarrou-se logo à mama com a sua pequenina boca, num gesto inato e para mim surpreendente. Como é que um bebé acabado de nascer conseguia fazer aquilo tão bem?! As enfermeiras também me ensinaram a fazer a “preguinha” para o bebé agarrar melhor o mamilo e foi uma preciosa ajuda, assim como as aulas de preparação para o parto.

E a partir desse dia o João não quis outra coisa! J

O primeiro mês foi o mais complicado porque andava praticamente o dia todo como diz a Tânia “com as mamas de fora”. O João chorava muito e só se acalmava na mama, onde ficava por vezes uma hora! E passado pouco tempo já queria outra vez. Os mamilos ficaram doridos, feridos, doíam as costas, os braços, a cabeça pesava por não dormir…  E compreendo que algumas mulheres desistam porque esta fase é difícil e exige muito da mãe.

Depois vieram as inseguranças, será que ele chora por ter fome? Será que o meu leite sai em quantidade suficiente? Duas ou três vezes ainda lhe dei suplemento de leite artificial para tirar “minhocas” da minha cabeça. Mas com o biberon ele chorava ainda mais…

De dia para dia o João aumentava fabulosamente de peso, por isso o meu leite era suficiente sim. Disse adeus ao biberon e a lata de leite ainda hoje lá está praticamente cheia.

Mesmo cansada continuava com imensa vontade de amamentar o meu bebé e não desisti. Sabia que lhe estava a dar o melhor, isso confortava-me e afastava todo o mau estar que pudesse sentir.

Passado mês e meio já tudo estava normalizado, o João mamava a horas certas, eu estava mais do que habituada às rotinas e dar de mamar passou a ser um grande prazer, o momento em que era só eu e o João.

Eu e o meu João

Eu e o meu João

Não tinha de andar a preparar biberons, onde quer que estivesse o alimento estava sempre pronto, à temperatura certa, quando o João acabava o seu banquete era só meter a maminha para dentro outra vez. Economicamente também foi muito bom pois não gastei dinheiro em latas de leite artificial.

Hoje continuo a amamentar e pretendo continuar por muito mais tempo… Já estou a trabalhar, mas tenho comigo a bomba e sempre que posso vou tirando para estimular a glândula e continuar a ter leitinho. Antes de sair de casa, quando chego e durante a noite o João mama quando quer. Nos fins-de-semana ainda tem direito a sobremesa depois da sopa e papa!

É uma experiencia única que aconselho a todas as mães que possam e queiram amamentar.

Dicas Ecológicas

Ontem recebi na loja um simpático casal que vai iniciar a utilização das fraldas reutilizáveis na sua bebé de quatro meses.

O pai estava com um certo receio e inicialmente só queria levar duas fraldas para experimentar. Mas depois da explicação e apresentação de todas as fraldas, a mãe convenceu-o a levar mais algumas para pelo menos durante um dia poderem utilizar exclusivamente as fraldas e perceberem toda a sua dinâmica.

Então levaram de velcro, de molas, tudo em um… Uma pequena amostra dos vários modelos para depois optarem pelas suas preferidas.

Em conversa referiram que lhes fazia bastante confusão a quantidade de fraldas descartáveis que ao final de um dia iam para o lixo e eram desperdiçadas. Conversa puxa conversa começamos a falar sobre comportamentos ecológicos. Quando disse que puxava a água fria do banho para um balde soltaram uma gargalhada e disseram “nós também”! Foi como se pertencêssemos ao mesmo clube! Só que este casal faz diferente de mim, eu tiro a água para o balde e utilizo-a para fazer descargas, ou limpar o chão. Eles utilizam garrafões de cinco litros. E sim conseguem encher um garrafão de cinco litros enquanto a água não aquece! Cinco litros que seriam desperdiçados. Essa água passam-na depois pela jarra “Brita” para a filtrarem e depois a beberem. J

Adorei a dica destes papás ecológicos!

Alguém tem mais dicas que queira partilhar?

O enxoval do bebé

Como sabem é possível tanto no site, como nas lojas os pais fazerem listas de nascimento (saibam como fazer a lista de nascimento no nosso site aqui). No caso das lojas físicas, os pais podem aí deslocar-se para ver os produtos e nós anotamos as suas preferências para depois darmos indicação às pessoas (amigos, familiares, colegas de trabalho) que nos procurarem para oferecer os artigos da lista.
Normalmente nas lojas Ecologicalkids as listas são compostas maioritariamente por fraldas! 🙂
Já aconteceu por diversas ocasiões receber pessoas encaminhadas pelos pais que vêm comprar para oferecer e se surpreendem quando verificam que os pais querem fraldas reutilizáveis!
A maioria reage bem e quem é confrontado pela primeira vez até considera um conceito e uma opção interessante e inovadora e ficam contentes por oferecerem algo que vai ser útil e que os pais vão de certeza gostar.
Mas também já ouvi alguns comentários pouco simpáticos: “Tem algum jeito oferecer uma fralda, ainda por cima tão cara!?”, “Não vou dar 20€ por uma coisa que é para usar no rabo!”, “Que disparate, não têm mais nada na lista? Preferia oferecer um brinquedo que é mais bonito!”
Eu tento explicar que a fralda reutilizável é melhor para o ambiente, melhor para a pele do bebé e que as tamanho único servem praticamente desde que o bebé nasce até ao desfralde e depois ainda dão para um segundo bebé. Os 20€ vão ser mais do que rentabilizados! E os pais agradecem porque fizeram essa escolha para o seu bebé e a vão usar até à exaustão. 
Mas por vezes é difícil mudar mentalidades… E fazer entender a certas pessoas que por exemplo uma peça de roupa pode custar 25€ ou 30€, serve às vezes durante um mês e os pais recebem aos “montes” torna-se uma tarefa quase impossível.
O mais irónico é que essas mesmas pessoas são as que acabando por escolher um brinquedo, um body, um babygrow ou qualquer outro artigo, vasculham as etiquetas e exigem que o artigo seja 100% algodão, anti alérgico, sem químicos, etc. para não fazer mal ao bebé, mas desvalorizam a fralda que está em contacto 24 horas por dia com a pele do bebé numa das zonas mais sensíveis do corpo.
Uma vez recebi uma mãe que fez uma lista de nascimento e mais tarde veio à loja comprar porque não recebeu uma única fralda, em contrapartida tinha recebido oito mantas que andava a tentar trocar nas lojas!
Por acaso eu tive sorte! As coisas que me ofereceram todas elas foram úteis e estou a reutilizar muita coisa de familiares e amigos que me emprestaram dos seus bebés. Não me estou a lembrar de nada ”estranho” que tivessem oferecido ou que tenha gostado menos… do género de ficarmos a olhar para o presente com sorriso amarelo a agradecer mas a pensar “ para que é que eu quero isto?” 
E convosco como foi? Receberam muita coisa que não gostaram? Usaram tudo? Deram indicação do que queriam receber? Ofereceram-vos muita roupa? Fraldas? Como prepararam o enxoval do Vosso bebé?

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