Já decidi que Vou usar fraldas reutilizáveis, mas o que devo comprar?

Se já decidiram que o melhor para o vosso bebé é utilizar fraldas reutilizáveis então segue um resumo o que precisam de ter:

Em resumo devemos ter:

30 Fraldas
2 Sacos para balde
2 saco de transporte
Detergente (1 embalagem de Rockin Green dá para uns 5 meses, 1 embalagem de detergente Potion dá para umas 5 semanas)

Opcional:
6 packs de Toalhitas Reutilizáveis
6 absorventes para a noite (a comprar apenas aos 9 meses do bebé)
1 Embalagem de revestimento biodegradáveis ( a comprar apenas aos 6 meses do bebé)

Agora;  já sei que tenho de ter 30 fraldas mas quais?!

Idealmente devemos ter 12 fraldas recém nascido e 30 tamanho único,  no entanto caso desejemos apenas comprar fraldas tamanho único que na sua maioria servem dos 4 aos 17Kg o ideal é comprar um pack multimarca, estes pack têm todas as fraldas tamanho único das diferentes marcas e vai permitir conhecer de perto as que prefere, vamos sempre utilizar todas mas este pack vai permitir percebermos que tipo de fralda se adapta mais a nós. Depois podemos optar por um pack das marcas que mais gostamos.

Uma das compras mais comuns são os packs multimarca  , também existem os packs de uma determinada marca apenas, um pack blueberry ou Bumgenius, estas são as compras mais comuns na Ecologicalkids e aquelas que os pais consideram as mais seguras.

Como absorventes para a noite a opção vai para comprar 2 ou 3 packs de absorventes de carvão de bambú, mas esta é uma compra a fazer se necessário apenas quando o bebé tiver uns 9 meses.

Para os dois sacos para balde geralmente a escolha vai para aquele que parece mais bonito e se adapta à decoração lá de casa, eu tenho 3 sacos para balde e estão óptimos e prontos para o próximo bebé.

Tal como já sabem eu tenho 72 fraldas porque depois acabamos por comprar mais esta e aquela, comigo aconteceu com a entrada na creche, decidi que queria mais das minhas preferidas para serem “As fraldas da creche“, depois aparece um padrão lindo e pronto mais uma mas 30 é mesmo o número minimo confortável.

 

Swaddling

Quem tem experiência com bebés recém-nascidos sabe que muitas vezes eles despertam facilmente assim que os colocamos para dormir na cama, ou berço.

A American Academy of Pediatrics (AAP) diz que, quando feito corretamente, o swaddling, pode ser uma técnica eficaz para ajudar a acalmar os bebés e promover um sono mais tranquilo e sem sobressaltos. Um bebé recém-nascido precisa de sentir-se seguro, em um ambiente familiar, uma vez que passou bastante tempo num espaço muito pequeno e protegido no útero.

Ao embrulhar o bebé com o swaddle está a recriar-se o ambiente aconchegante do útero da mãe e a evitar-se que o bebé agite os braços e pernas, o chamado reflexo de moro, que pode acordar o bebé se ocorrer durante o sono.

Mas para utilizar esta técnica em casa é necessário seguir algumas orientações, para nos certificarmos de que o estamos a fazer com toda a segurança para o nosso bebé.

1.Pegue numa fralda quadrada (de preferência de algodão ou bambu), macia e respirável.

2.Estenda- a, em forma de diamante, numa superfície plana, pode ser na cama ou num tapete.

3.Faça uma dobra para dentro, no bico de cima de forma a formar um triângulo e coloque o bebé no centro, por cima da fralda, com os ombros logo abaixo da dobra.

 

4.Coloque o braço direito do bebé ao lado do corpo, ligeiramente curvado. Pegue a ponta do mesmo lado do swaddle e puxe-a com segurança cobrindo o braço e o peito, prendendo a ponta debaixo do bebé, nas costas. Deixe o braço esquerdo livre.

  1. Dobre a parte inferior do swaddle por cima dos pés do bebé e coloque a ponta, em cima, por dentro do swaddle.

  1. Coloque o braço esquerdo do bebé ao lado do corpo, ligeiramente curvado. Pegue o swaddle restante, e passe-o por cima do braço e peito do bebé, envolvendo-o levemente. Coloque a ponta do tecido que sobra debaixo do bebé para segurar o swaddle.

Certifique-se deque envolve o bebé de forma leve, caso contrário, isso pode interferir com a sua circulação sanguínea. Atenção! Devemos ter espaço para poder deslizar a mão entre o swaddle e o peito do bebé. Verifique também que o rosto não esteja coberto com o pano, pois isso pode causar dificuldade em respirar, por isso é que o tecido de musselina é bom para estar em contacto com o bebé, pois é respirável e o cruzamento da fibra é bastante aberto deixando passar o ar. Um embrulho inadequado pode levar a alguns riscos graves para a saúde, como sufocamento. Certifique-se de que nenhuma parte do invólucro cobre a boca, olhos ou nariz do bebé

Embrulhe o bebé quando ele está prestes a dormir. Quando está acordado pode deixá-lo sem o swaddle para brincar e poder sentir o toque da mãe que é tão bom e lhes transmite segurança e bem-estar.

Normalmente o swaddling, ou o embrulho, acalma o bebé até que ele tenha um mês ou dois meses de idade. Depois disso, o bebé começa a gostar mais de poder mover-se livremente em vez de estar com os movimentos mais restringidos.

O swaddling deve ser feito com um pano fino. O tecido de musselina de algodão ou bambu é o ideal, pois é fino, muito levezinho, maleável e não sobreaquece.

Cada bebé é único! Por isso garanta que qualquer técnica que utiliza com o seu bebé o deixa confortável e resulta com ele. O seu bem-estar e segurança é sempre o mais importante 🙂

Plantas que filtram o ar

Plantas que filtram o ar

Decidi partilhar esta descoberta convosco porque achei mesmo muito interessante, espero que também achem.

A NASA, a agência espacial americana com o objetivo de descobrir que plantas devia enviar para uma espação espacial  fez um estudo de dois anos com o nome Interior Landscape Plants for interior air pollution abatement, sobre as plantas que melhor filtram o ar.
O estudo está mesmo no site da Nasa, imprimi e estive a lê-lo e andei á procura das plantas pelo o nome que indicaram e fiquei contente por ver que até são fáceis de arranjar em Portugal e algumas bem conhecidas, acessíveis e melhor nada caras!
Estes estudo é de facto importante pois como a poluição interior também existe e relaciona-se com os móveis e produtos de limpeza que utilizamos bem como com os ar condicionados e as condutas de ventilação.
Estas plantas identificadas pela NASA para além de produzem oxigénio do Co2 também absorvem o que a Nasa considera os piores químicos que podemos ter dentro de casa:

–  o benzeno, presente nas borrachas, gasolina, tintas, fumo de tabaco e detergentes é cancerisno e causa dores de cabeça e tonturas – já pensaram que por vezes podem ter dores de cabeça e pode ser pela presença de algo de borracha que está a libertar benzeno?!
– o formaldeido, quimico, segundo os testes da Nasa, encontrado em todas as casas, na espuma de enchimento, toalhitas de papel, contaplacado provoca irritação nos olhos, garganta, eritemas na pele sendo considerado uma das causa da asma.
tricoroetileno é utilizado em metal, detergentes desengurdorantes, adesivos, vernizes e limpeza a seco, provoca dores de cabeça, problemas renais, é cancerisno.

Ou seja, a cozinha, sala e mesmo os quartos ganham em ter pelo menos uma destas plantas.
Segue a lista da NASA, que podem imprimir e levar convosco caso saiam para comprar umas plantas :-), optei por colocar o nome original em latim pois geralmente é assim que está identificado nos hortos, espero que gostem, para imprimir basta clicar aqui.

Nota importante, a Nasa diz que para se ter um ambiente limpo deve existir pelo menos uma planta por cada 100 m2, a minha casa tem menos que isso pelo que uma plantinha parece que é suficiente 🙂

Seguem algumas imagens para verem como são comuns (uma dela é a dracaena, o chamado Bambu da sorte).

Dia 20 de Maio da Loja de Lisboa das 13.30 às 19h vamos fazer troca de plantas 🙂 Vamos ter pezinhos de algumas das que purificam o ar
Se têm plantas retirem um pezinho e tragam e podem trocar por outra que gostem.

 

 

A marca Bentley Organics

A marca Bentley Organics

Sabiam que a marca Bentley Organic possui a certificação Soil Association?

Muitos clientes perguntam-nos sobre as certificações, ingredientes e origem dos produtos que comercializamos. Dão sobretudo devida atenção à cosmética e alimentação.

Para os mais curiosos, e para os outros também 🙂 , deixamos aqui algumas informações sobre esta marca que orgulhosamente representamos!

Com o lema “ Da Terra, não às custas da Terra” a marca Bentley Organic foi lançada no Reino Unido em 2006 iniciando a sua atividade com uma pequena gama de produtos de sabonetes biológicos. A marca foi recebida com muito sucesso e desde aí continua a crescer, produzindo agora uma série de produtos de cosmética e higiene corporal, para adulto e bebé, e de limpeza doméstica.

A Bentley tem expandido a sua experiência e desenvolvido diferentes processos, com foco na utilização de “química verde” para criar novos produtos inovadores que oferecem alternativas mais seguras e acessíveis, face a concorrentes não certificados, para nós e o ambiente.

Em 2000 – e novamente em 2007 – a empresa ficou orgulhosa de conquistar o Queen’s Award for Enterprise, prémio mais prestigiado do Reino Unido em desempenho empresarial. Além disso, são a única fábrica de produtos de higiene do mundo a ter a certificação Soil Association e a Norma Ambiental ISO 14001.

A Soil Association é a principal organização de promoção, defesa e certificação do Reino Unido para produtos biológicos, dando certificação para vários setores do mercado, incluindo alimentos, têxteis, saúde e cuidados de beleza, restaurantes e até mesmo madeira. Fundada em 1946, a sua missão tem sido sempre fomentar a agricultura biológica como uma alternativa sustentável aos métodos agrícolas intensivos, fazendo campanha por produtos mais seguros e saudáveis ​​e métodos de produção que fazem desta uma organização de certificação única com padrões específicos para produtos de saúde e beleza. Estas normas foram lançadas em 2002 e regem estritamente os ingredientes e processos que podem ser utilizados na produção de produtos biológicos. É por isso que a Bentley Organic está de acordo com a Soil Association e o seu logotipo pode ser encontrado nos seus produtos como garantia da sua integridade – um logotipo reconhecido e confiável para os consumidores. As suas normas garantem que produtos de higiene e beleza devem ser adequados à sua finalidade, possuindo uma proporção tão elevada quanto possível de ingredientes biológicos e não serem prejudiciais para a saúde humana e do ambiente, tanto no fabrico como na utilização. A Bentley adopta métodos de produção e conservação únicos e patenteados, não sendo necessário o uso de:

  • Phenoxyethanol
  • Parabenos
  • Benzyl Alcohol
  • SLS ou SLES
  • Cocamidopropyl Betaine
  • Óleos Minerais

Além disso, exigem que os produtos sejam rotulados de forma mais detalhada e completa possível, de forma a fornecer informações claras e precisas para que os consumidores possam fazer uma escolha informada e consciente sobre o que estão a comprar.

A certificação Soil Association é uma garantia independente de que os produtos que atesta:

– contêm a máxima quantidade possível de ingredientes biológicos – é biodegradável e amigo do ambiente – não foi testado em animais – livre de químicos tóxicos, fragrância artificial, coloração artificial, petroquímicos, glicois, DEA, MEA, TEA, sulfatos, etc – não contém OGM (organismos geneticamente modificados)

 

Cosmética Infantil – o que todos os pais devem saber

A pele é o maior e mais pesado órgão do nosso corpo, sendo responsável pela regulação da temperatura, defesa orgânica, controlo do fluxo sanguíneo, perceção, funções sensoriais e proteção contra agentes externos existentes no meio ambiente.

A pele é sem dúvida um órgão extremamente importante que devemos cuidar e proteger.

Da mesma forma que devemos ter atenção aos alimentos que ingerimos, uma vez que vão ter impacto no nosso corpo e consequente bem-estar, também os produtos a que expomos a nossa pele requerem alguma vigilância, pois vão ser absorvidos e entrar no organismo.

Quando falamos em bebés, o cuidado deve ser ainda maior, uma vez que a sua pele é muito fina e extremamente permeável, estima-se que a pele de um bebé possa absorver 6 vezes mais do que a de um adulto.

Desde que soube que estava grávida que comecei a ter especial atenção à cosmética e outros produtos de higiene que faziam parte da minha rotina, passando a ter o hábito de ler os ingredientes nas embalagens, o que nem sempre é tarefa fácil pois muitos dos nomes são bem complicados, a lista extensa e as letras minúsculas…

Mas, na minha opinião, compensa dedicarmos algum tempo a tentar perceber aquilo que de alguma forma nos pode fazer mal, e aos nossos filhos, para podermos escolher melhor e tentarmos ter uma vida mais saudável e sustentável 🙂

O parabeno é o composto químico mais conhecido do público tendo sido já eliminado por muitas marcas de cosmética, mas infelizmente continua a existir uma quantidade elevada de componentes potencialmente perigosas ou alergénicas nos produtos cosméticos destinados aos bebés e que são usados diariamente; como champôs, loções para o corpo, géis de banho, óleos ou toalhitas. Ainda há um ano um estudo levado a cabo pela organização não governamental Women in Europe for a Common Future que analisou cerca de 341 produtos para bebé, em França, concluiu que uma grande maioria dos produtos (299) continha substâncias de “alto risco”. (podem ver mais sobre esse estudo aqui)

Quantos produtos temos em casa, e que se pensarmos bem não são assim tão necessários? Muitos deles com compostos que são nocivos para a saúde dos bebés, potenciadores de alergias, irritações, disrupção hormonal e outros efeitos que ainda não são completamente conhecidos. No meu dia-a-dia, para evitar riscos tento ler os rótulos e usar apenas o essencial 🙂

Uma das minhas marcas preferidas, que uso no meu filho e recomendo é a Bentley. Uma  grande percentagem dos ingredientes é de origem biológica, os óleos usados são naturais à base de camomila, azeite, lavanda, fruta, as fragrâncias são muito suaves e não sintéticas e nenhum dos seus produtos é testado em animais. Não usam sulfatos nem parabenos.
Quase que se podem comer!! 🙂

Para ajudar na hora de decidirem os produtos para os vossos bebés deixo aqui uma lista de algumas substâncias que podem ser encontradas em muita da cosmética infantil, e não só, e que estão sinalizadas como sendo nocivas e que devem ser evitadas.

Parabenos: Eles são utilizados como conservantes e a sua função é a de evitar o crescimento microbiano no produto. Alguns estudos indicam que estes compostos podem alterar a o funcionamento hormonal, um efeito que está ligado a um risco aumentado de cancro da mama e problemas no sistema reprodutor. Uma vez que o sistema hormonal de um bebé ainda não está maduro, estes químicos podem causar danos ao sistema endócrino em desenvolvimento. Como identifica-los nos produtos? Parabenos pode ser encontrado sob as seguintes denominações: etilparabeno, butilparabeno, metilparabeno, propilparabeno e outros ingredientes que terminam em –paraben.

Perfume ou Fragrância: Embora possam parecer inofensivos, atrás destes compostos podem estar escondidos até 12500 ingredientes diferentes, a maioria químicos sintéticos. Infelizmente, os fabricantes não são obrigados a especificar quais porque a fragrância é considerada um segredo comercial. No entanto, o cocktail químico que o integra é considerado, normalmente, muito irritante para a pele do bebé. Muitas mães escolhem produtos com base no cheiro, independentemente de que significa efetivamente este “cheirinho bom”, que pode causar problemas de pele. É aconselhável evitar qualquer produto que contenha perfume ou fragrância, e optar por aqueles que contenham essências naturais de plantas e não sintéticas.

Ftalatos: Os ftalatos são um conjunto de substâncias capazes de tornar plásticos rígidos em plásticos maleáveis. Nos cosméticos, eles são responsáveis pelo brilho e pela fixação da cor de esmaltes e permitem que os perfumes durem mais tempo. Mas estão presentes em outros produtos, tanto para adultos como para crianças e bebés, como sejam os hidratantes, sabonetes líquidos, antitranspirantes, desodorizantes, condicionadores e champôs, os ftalatos são responsáveis por dar o aspecto líquido ou de cremosidade.Ainda não há estudos contundentes em humanos, as investigações em animais sugerem que a exposição a ftalatos pode conduzir a um baixo peso à nascença, a uma baixa produção de espermatozóides e a genitais masculinos anormais. Grupos de cientistas, associam substancias deste grupo a problemas de saúde, fundamentalmente pelos seus efeitos de desregulação hormonal, ou seja, causam danos no ADN do sistema reprodutor masculino, assim como mal formações no feto.Várias organizações internacionais consideram que os ftalatos são ingredientes tóxicos cancerígenos em seres humanos, e a UE proibiu o seu uso em chupetas, tetinas e mordedores para o bebé. Contudo, existem lacunas no que respeita a medidas restritivas em muitos outros usos. Por exemplo, tem-se relacionado o aparecimento de altas concentrações de metabólitos de ftalatos em urina de bebés e crianças, com o uso de produtos infantis por via dérmica.Infelizmente, esta é uma das substâncias mais difíceis de detectar quando compramos um produto, uma vez que é geralmente um componente de uma fragrância, de modo que não é mencionada na lista de ingredientes. Para evitá-los, é melhor escolher os produtos que são “sem ftalatos” ou “sem perfume”. De qualquer forma, algumas nomenclaturas com que eles podem encontrar nos rótulos são: DEHP, BBP, DBP, BDP, DUB.

SLS e SLES: Trata-se do lauril (éter) sulfato de sodio 4, una sustancia sintética que se utiliza em produtos de higiene (sobretudo champôs e géis de banho) pela sua capacidade emulsionante e de criação de espuma. Contudo, os SLS / SLES podem causar irritação nos olhos, erupções na pele, perda de cabelo, e reações alérgicas. Identificamos estas componentes no rótulo através dos nomes SLS, SLES, dodecil sulfato de sodio, sodium dodecyl sulfate ou PEG lauril sulfato de sódio.

Óleo mineral: Trata-se de um derivado do petróleo e usa-se em muitos produtos de higiene  para o bebé como cremes hidratantes, cremes de muda, toalhitas descartáveis, óleos e loções. As empresas de cosmética usam-no pelo seu baixo custo e pela sua  acção lubrificante. Contudo, o óleo mineral actua como uma capa sobre a pele tapando os poros e o seu proceso de respiração natural. Nas embalagens podemos identifica-lo através das nomenclaturas: óleo mineral, vaselina, parafina ou paraffinum liquididum.

Polietilenglicol (PEG): É uma mistura de compostos químicos que se utiliza como emulsionante e que melhora a absorção de outros ingredientes, bons e maus. E aqui é que reside o problema: o seu  grau de toxicidade depende dos ingredientes que o acompanham e aqui muito vai depender do fabricante. De qualquer forma o PEG não é muito recomendável para a pele sensível do bebé, uma vez que pode provocar irritação.. Para identificar nos rótulos procurem por PEG seguido de um número. Quanto menor for o número , mais facilmente será absorvido pela pele. Pode ser encontrado em Champôs, locões, pasta dos dentes, sabonetes, perfumes.

Phenoxyethanol: É um bactericida e está presente em múltiplos produtos cosméticos, como as toalhitas descartáveis. Porém cada vez mais se restringe o seu uso em proutos destinados a bebés e crianças uma vez que se relaciona a sua toxicidade com o desenvolvimento e capacidade reprodutiva. No Japão o seu uso foi proibido e em muitos países da europa foi também restringido.

Bebe Ecologicalkids ❤ com fralda reutilizável. As fraldas reutilizáveis evitam a necessidade de cremes e pomadas mantendo a pele mais saudável.

 

Toalhitas Reutilizáveis Multiusos – Objetivo Desperdício Zero    | por Claudia Rodrigues

Toalhitas Reutilizáveis Multiusos – Objetivo Desperdício Zero | por Claudia Rodrigues

Quando falamos em toalhitas reutilizáveis, pensamos em limpar os rabinhos dos bebés, os narizinhos, as carinhas, babinhas, enfim, uma multiplicidade de utilizações que quaisquer pais bem conhecem.

Mas… o que se calhar não pensamos é que estas toalhitas-maravilha têm potencial para isso e muito mais!! Não é só para os pais, não, nem sequer só para os pais com filhos em idade de fralda… a verdade é que elas podem ser uma aliada ferramenta para quem quiser reduzir a sua pegada ecológica com um menor lixo/desperdício produzido, levar uma vida mais simples e com menos produtos químicos tóxicos e ainda poupar na carteira…

No caso da minha família, mais de 2 anos após o desfralde da minha filha, elas continuam a uso, e bem intensivo! Lá em casa, aderimos fortemente ao “objectivo desperdício zero”, ou lixo zero (o ambiente agradece, e a carteira também)!!
Queremos reduzir ao máximo todos os “descartáveis”. E é aqui que as toalhitas reutilizáveis entram com pompa e circunstância!

Elas servem de guardanapo na lancheira da escola (e limpam melhor que qualquer outro, e ocupando menos espaço!), ou guardanapo cá de casa, e não apenas para a criança, mas para os adultos também! Elas servem para limpar os olhos, lavar a cara, desmaquilhar, limpar o nariz, as de turco até fazem esfoliação, enfim, mantêm as mesmas utilizações originais, e a estender cada vez mais o seu repertório. Rapidamente percebi que se eram tão eficazes com o membro mais novo (e mais sensível!) cá de casa, então também deveriam ser excelentes para os restantes!

Elas são também ótimas aliadas para os meus detergentes ecológicos caseiros, que fabrico eu mesma! 🙂
As toalhitas reutilizáveis vão também servir para substituir os rolos de cozinha descartáveis (tenho umas mais fininhas para esse fim exclusivamente), e limpam melhor que ninguém, e com uma passagem muito mais rápida! E secam rápido, evitando aquele cheiro a mofo.

Esta semana fui à Ecological Kids comprar mais uns packs de toalhitas para tentar subir mais um degrau no tal “objetivo desperdício zero”. Vou deixar de usar lenços de papel totalmente. Já o fazia em casa, usando para esse fim as antigas fraldas de musselina da minha filha (ultimamente descobri as de bambu, maravilhosamente macias, que uso mais no nariz sensível da minha filha), mas essas vão passar a ser “os lenços da noite” das ranhocas que não podem esperar a meio da noite. Durante o dia, e mesmo para fora de casa, lembrámo-nos de comprar mais algumas para trazer sempre na mala, com uma bolsa de transporte impermeável (todas LINDAS de morrer!). E pronto! Simples e feito!

Já há muito que mudei para os pensos higiénicos reutilizáveis e não poderia estar mais satisfeita… a poupança no orçamento doméstico e na pegada ecológica, o lado tão prático de ter sempre ali à mão, nunca ficar “sem-stock-e-agora-tenho-mesmo-de-ir-comprar-e-não-me-apetecia-nada”, e (a melhor de todas), a maior eficácia, sem “fugas”, fazem-me recomendar às amigas sempre que posso… Aqui novamente, o “desperdício zero” sempre em mente.

Finalmente outro uso (embora eu ainda não esteja nesse “patamar” de “desperdício zero”) mas que tenho lido em blogs/grupos de facebook do tema (Zero Waste) que é: reduzir/eliminar o uso do papel higiénico, o “último” dos descartáveis. Alguns mais “radicais” do movimento, deixaram de todo o papel higiénico, usando toalhitas reutilizáveis (ou aproveitamento de tecidos que tivessem em casa), ou usando o bidé somente, ou um mix dos dois. Uma coisa é certa: quem usou toalhitas reutilizáveis nos seus bebés de fralda, usou e não teve problemas, e percebeu a sua suavidade/eficácia incomparável nestas matérias, e como tudo se resolvia com uma máquina de lavar e Rock In Green.

Agora era mudar o foco e repetir mas com todos lá em casa, adultos incluídos, nem que fosse apenas nos “xixis” para começar Habituamo-nos tanto a ver a nossa vida tal como a conhecemos que nos esquecemos que a sociedade organizada tal como está, não existe assim há tanto tempo, e estes “luxos” (e “lixos”), dos descartáveis só nos chegaram há algumas décadas (eu ainda sou do tempo dos guardanapos de pano à mesa!) – os nossos avós não conheceram descartáveis quando novos, muito menos o papel higiénico, e sobreviveram! Fica o desafio para os mais “aventureiros”.

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Claudia Rodrigues é uma mãe que utilizou fraldas reutilizáveis na sua bebé e que mesmo após o desfralde continuou a usar as toalhitas para diversas funções 🙂
Aqui fica a partilha ❤

Sexta e Sábado é dia de Caça aos Ovos Ecologicalkids

Temos vários ovos escondidos nas lojas, todos eles com prémios! Entre os presentes está um Pack de Fraldas 🙂
A partir de 25 euros de compras pode procurar 1 ovo e de acordo com o valor da compra pode procurar até 5 ovos !
Venha visitar-nos  🙂

 

As visitas não dão beijos no meu bebé recém nascido! Explico porquê!

As visitas não dão beijos no meu bebé recém nascido! Explico porquê!

Na semana passada estava na conversa com uns clientes que vieram à ecologicalkids do parque das Nações e partilhavam comigo que o seu bebé teve de ficar mais duas semanas internado pois uma das visitas contagiou-o com mononucleose (a chamada doença do beijo que tem os sintomas similares à gripe cujo contagio é feito através das gotículas da saliva), contei-lhes que optei por não receber muitas visitas quando o meu filho nasceu porque é uma altura em que estamos cansadas, com dores (quem teve de fazer cesariana) e que estamos a conhecer aquele novo bebé e ele também nos está a conhecer a nós.

Estes clientes vieram à loja comprar o desinfetante das mãos biológico que temos da Bentley, podem vê-lo clicando aqui pois gostavam que as visitas desinfetassem as mãos antes de pegarem no bebé.
Sei que pode parecer exagero para uns, excesso de cuidado para outros mas o recém nascido é muito sensível e pelo menos nas primeiras 4 semanas devemos protege-lo como conseguirmos.

Na sequência dessa conversa vi uma noticia que partilho convosco sobre um bebé que apanhou herpes também por causa dos beijos de uma visita que recebeu no hopsital e ficou com a vida em risco, a mãe  Claire Henderson colocou a sua história no Facebook com fotos do seu bebé com o objetivo de alertar as mães, durante o primeiro mês de vida dos bebés é preciso ter todo o cuidado possível para que este não apanhe nenhuma infeção pois podem ter impacto no cérebro e na sua vida.

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Esta mãe inglesa conta que a sua filha nasceu e por isso recebeu muitas visitas que a foram conhecer, uma dessas visitas estava infetado com herpes embora Claire diga que não era visível nenhum inchaço nem indicação de herpes na cara do seu familiar, o contagio deu-se quando a visita aproximou a cara do recém nascido da sua para a beijar pois o contagio é feito de forma oral-oral, passado uns dias enquanto amamentava a sua bebé notou que esta tinha os lábios inchados e percebeu que a tinha de levar imediatamente ao hospital, a bebé já apresentava feridas no interior da garganta, nos lábios nas costas e foram feitos todos os exames para saber se o vírus não tinha atacado o cérebro.

Os médicos alertaram para a gravidade da situação pois os bebes recém nascidos não conseguem lutar contra alguns destes vírus.
A bebe foi medicada e ficou internada e felizmente encontra-se bem mas esta mãe achou importante partilhar a sua história para que os familiares e amigos percebam os pais quando estes tentam proteger o seu bebé durante o primeiro mês de vida.
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Partilho o link diretamente da página do Facebook desta mãe, que podem ver clicando aqui,  pois partilhar é cuidar 🙂

Claro que dá vontade de dar beijos aos bebés, são pequeninos tão queridos mas é importante informar a família que se se sentem doentes é mesmo melhor não visitar ainda o nosso bebé e que mais vale esperar umas 4 semanas antes de o apresentar a toda a gente…afinal o tempo passa tão rápido 🙂

Os primeiros sapatos do Bebé

Os primeiros sapatos do Bebé

Os primeiros passos dos nossos bebés são sempre inesquecíveis, e começar a andar é um dos grandes marcos do seu desenvolvimento.

Nesta fase, surgem algumas dúvidas relativamente ao tipo de sapatos que melhor se adequa ao bebé.

O calçado é um dos fatores externos que muito influencia o andar das crianças e por isso devemos escolhê-lo tendo em conta a proteção dos pés, que a partir de agora vão estar em contacto com superfícies mais difíceis, mas sem limitar a sua mobilidade e formação. Portanto, na hora de escolher é importante fazê-lo bem, pensando na segurança mas também no desenvolvimento e bem-estar dos pés do bebé. De há uns anos para cá a pesquisa podológica demonstrou e preconiza que os pés dos bebés devem estar o mais livres e à vontade possível. Ou seja, que se desenvolvem melhor quando se encontram descalços e em contacto direto com o solo dando-lhes maior equilíbrio, noção do espaço, coordenação entre as mãos e os pés, e ajudando os músculos e planta do pé a desenvolverem-se naturalmente. O recomendado nesta fase serão as meias anti derrapantes, sapatos ultra flexíveis ou simplesmente que a criança caminhe descalça o mais possível. Contudo, nem sempre podemos deixar o bebé andar descalço. Temos de o proteger de superfícies externas sinuosas, frias ou escorregadias. Então, que sapatos escolher para o meu bebé?

Há alguns aspetos importantes que devem ser considerados na hora de escolher:

  • O cano do sapato deve ser macio e envolver com suavidade o pescoço do pé, não oferecendo nenhum obstáculo ao movimento
  • Ao nível da zona posterior do tacão deverá ter um contraforte sólido que não ultrapasse o nível da articulação.
  • A biqueira deverá ser alta de maneira a que não impeça o movimento e desenvolvimento dos dedos. No entanto, essa biqueira deve estar protegida com um reforço que resguarde os dedos das pancadas ocasionais
  • A sola, ao nível das articulações meta tarsianas, deverá ser flexível, para se dobrar sem dificuldade, mas ao mesmo tempo suficientemente grossa para poder amortizar as limitações do terreno
  • O calçado deverá ser em materiais respiráveis.
  • Sem costuras salientes que possam provocar alguma ferida.
  • Sola de anti derrapante para evitar quedas. Nesta etapa é muito importante que o calçado ofereça proteção e aderência. Os bebés irão sentir-se mais seguros para dar os seus primeiros passos.
  • O espaço entre a ponta do dedo gordo e a ponta do sapato deverá ser de 1 cm que proporcionará o espaço suficiente para que possa movimentar bem os dedos do pé.

Por tudo isto decidimos ter na Ecologicalkids os ATTIPAS, que significa “passos preciosos”, é uma marca registada e certificada, com origem sul-coreana, de calçado ergonómico especialmente desenhado para os primeiros passos do bebé. A marca foi lançada em 2011 depois de 7 anos de investigação e desenvolvimento em parceria com a Universidade de Seul, tornando-se rapidamente uma das principais escolhas para o calçado de bebé e crianças em diversos países.
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Baseado em testes cinéticos e fisiodinâmicos de crianças caminhando, a ATTIPAS criou estes sapatos antiderrapantes que são únicos ergonomicamente e que permitem estimular a sensibilidade do pezinho no solo, reproduzindo o pé descalço, ao mesmo tempo que fornece proteção e segurança desde os primeiros passos até aos 4 anos da criança.

Porque é que os ATTIPAS são recomendados?
Facilitam a formação de um padrão de marcha constante dando estabilidade às articulações. Contribuem para o desenvolvimento cognitivo, uma vez que a sua biqueira ampla permite ao bebé sentir o movimento natural dos dedos dos pés. Corrigem maus hábitos durante o processo de aprendizagem ao distribuir uniformemente a pressão do pé. Os Attipas são feitos de fibras naturais e não possuem matérias nocivos para a saúde da criança tendo passado os testes de toxicidade da TUV (Technical Monitoring Association) e KCL (Korea Conformity Laboratories).
Para além disso os ATTIPAS são lindos com tantos padrões, cores divertidas, atrativas e estão aqui preparados para tornar “preciosos” os passos do seu bebé.
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Ficam aqui algumas imagens para que vejam como ficam tão queridos nos pezinhos dos bebés 🙂

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Almofada de Gravidez e Amamentação – a minha escolha

Estou atualmente grávida de 34 semanas e ao mesmo tempo que falta pouco para conhecermos a nossa filha estamos naquela fase em que parece faltar imenso. O tempo passa a correr e até parece que foi ontem que descobrimos que iríamos ser pais e agora já estamos na contagem decrescente para a conhecermos.

A minha gravidez tem estado a correr sem sobressaltos e até tive um trimestre bastante calmo e sem enjoos. Por volta das 20 semanas começou a tornar-se mais difícil dormir, pois parecia não conseguir arranjar uma posição cómoda. Se até aí conseguia dormir de barriga para baixo, para o lado ou para cima, parecia que a cama começou a ter picos e não conseguia arranjar posição. A vantagem é que trabalho na melhor loja de puericultura ecológica do país 🙂 e foi então que decidi que estava na hora de comprar uma almofada de gravidez e amamentação.

A diferença da almofada da Theraline em relação às que servem apenas para a gravidez ou apenas para a amamentação é que faz perfeitamente as duas funções, será uma preciosa ajuda para as 20 semanas restantes bem como para o periodo de amamentação. Esta almofada é maior do que a maioria das existentes no mercado (180cm x 34cm) de forma a que possamos confortavelmente apoiar a anca, a perna e a barriga enquanto dormimos, o formato em ligeiro V mais largo no centro permite adaptar-se facilmente ao corpo podendo ser colocada á frente ou nas costas enquanto dormimos.No interior micro pérolas tornam-na fácil de moldar ao nosso corpo e super leve para transportar.

Para além da gravidez esta será essencial na fase da amamentação, o seu formato maior faz com que possa apoiar o bebé diretamente na almofada junto ao meu corpo enquanto dou de mamar ou o biberão sem necessitar de agarrar com uma mão a cabeça do bebé. Almofadas mais pequenas exigem que estejamos sempre a cabeça do bebé o que durante algum tempo pode causar dormência no braço e desconforto dando algum alívio ás nossas costas e ombros.

Também podemos usar esta almofada para além da gravidez e amamentação, caso necessitemos de aliviar o cansaço das pernas e das costas ou até para ajudar o nosso bebé a sentar durante o periodo em que ainda não se seguram evitando quedas.Todas as almofadas vêm com uma capa tornando-as fáceis de lavar e de secar.

Já a uso há 3 meses e não consigo sair sem ela, para além de dormir gosto de a usar para elevar as pernas ou me encostar enquanto leio ou vejo tv e sem dúvida que prefiro investir num artigo que possa ser usado durante o máximo de tempo possível e possa adaptar a etapas diferentes. E vocês já têm a vossa almofada de gravidez e amamentação ou nem chegaram a precisar?

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