Fraldas de Noite

Neste capítulo posso dizer que tenho 2 amores, as Blueberry Deluxe e as Piriuki V3! 🙂

Já aqui partilhei que as fraldas de bolso são o meu sistema preferido porque até esta fase sempre funcionaram bem no meu bebé e para a noite estas duas marcas são para mim as mais resistentes para aguentarem horas de xixi, normalmente 10h/11h no João.

Como são largas entre pernas consigo colocar dentro do bolso até 3 absorventes sem que fiquem amarfanhados. ­;-)

Tenho o cuidado de os colocar bem esticados e de utilizar absorventes que acompanhem e abranjam toda a largura da fralda.

Normalmente para a noite utilizo os absorventes que correspondem à própria fralda. Ou seja, se nas fraldas de dia não estou tão preocupada em misturar absorventes de diferentes marcas e prefiro os mais estreitos, para a noite reservo os absorventes mais largos e duplos, como os da Blueberry (os normais ou combinados), os da Piriuki V3 ou o Super Triple Stay Dry.

As predobradas (utilizadas como absorventes) também são uma boa opção pois são totalmente adaptáveis ao bolso e podemos dobra-las exatamente à medida da largura da fralda.

Para reforçar e usar com os duplos gosto dos absorventes de bambu e cânhamo.

Normalmente coloco a última fralda do dia por volta da 22h/22h30 e mudo-lha entre as 8h30/9h, durante este período o João vai acordando para mamar mas nunca lhe mudo a fralda. Eu quero é que ele durma e desperte o menos possível!! Continuo à espera de ter uma noite ininterrupta de sono… ela há de chegar, um dia! 🙂
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As únicas fugas que tive de noite foram as laterais do body ficarem molhadas, porque lá ficou mais uma horita com a fralda, mas nem considero isso uma fuga.

Ajusto a fralda sempre o mais próximo da virilha e como o João gosta de dormir de barriga para baixo tento que fique mais subida na cintura e não tanto na parte das costas. A Blueberry e a Piriuki por serem fraldas maiores conseguem abranger uma área maior tanto no rabinho como à frente conferindo-lhes uma maior capacidade de absorção.

O resultado, noites secas e confortáveis! 🙂

Um ano de Fraldas Reutilizáveis

Comemoramos um ano fraldas reutilizáveis!

A minha relação com as fraldas ao longo destes doze meses tem sido muito prática e encarada da forma mais natural possível sem dramas nem floreados.

A grande maioria das fraldas que possuo são tamanho único de bolso.

Tenho outros sistemas (tudo em um, pré-dobradas, ajustadas e capas, etc) mas elejo as de bolso como o meu sistema favorito porque é aquele que se tem adaptado melhor às minhas necessidades, aos meus gostos, à minha rotina, à minha família e principalmente ao meu bebé até esta fase.
Outras mamãs provavelmente terão outras preferências! 🙂

Continuo a adorar as Blueberry e as Piriuki V3 para a noite. O João mama de noite e faz muito xixi por isso reforço bem a fralda com bastante absorção. O facto de estas fraldas serem largas confere-lhes mais robustez permitindo colocar quando é necessário três absorventes no interior do bolso com facilidade.

Eu costumo usar sempre um absorvente duplo da Piriuki ou da Blueberry mais um de cânhamo ou bambu e consigo 10 horas de absorção e um rabinho bem volumoso! 🙂

Durante o dia continuo a mudar a fralda de 3 em 3 horas; um absorvente grosso e um reforço é suficiente. A escolha é vasta, Piriuki Luxe, Bumgenius, Fuzzi, TotsBots, pré dobradas com capas! 🙂
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Fugas? Tive uma outra em que o body interior ficou molhado, quando o João adormeceu na hora em que devia estar mudar a fralda, se prolongou mais o sono durante a manhã, se não ajustei bem a fralda… Mas nunca tive nenhum episódio de ter que mudar a cama, ou mesmo a roupa toda por cocós que vão até ao pescoço! 🙂

Gosto do algodão e do bambu por serem fibras naturais e como tal mais ecológicas, mas noto que em contacto com o bebé não deixa a pele tão seca, tenho algumas fraldas com este interior mas utilizo durante o dia, por períodos menos longos.

Como não acho tão prático ter de colocar extras na fralda, até porque o João não pára quieto na hora da muda, evito usar os revestimentos reutilizáveis, por isso a minha preferência também pelo interior em stay dry.

Com a lavagem é sempre a mesma rotina, de dois em dois dias sei que tenho um saco cheio de fraldas para irem a lavar e pôr a secar. Agora com este tempo chuvoso que teima em não nos largar, os absorventes demoram mais tempo a secar e tenho recorrido aos aquecedores para contornar as adversidades do clima, mas com tempo seco e de Verão numa tarde fica tudo bem enxuto!

O mais difícil neste ano de utilização tem sido conseguir resistir a ter “só mais uma” quando é lançada uma nova cor ou padrão 🙂

A experiência até agora tem sido muito positiva e as fraldas fazem parte do meu dia e de quem convive com o João. Por vezes até me esqueço que são fraldas reutilizáveis, são simplesmente as nossas fraldas!

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Um ano de maternidade

É verdade… No passado dia 24 fez um ano que o João nasceu.

Quando olho para trás nem acredito, um ano? Como foi possível passar tão depressa?! Num piscar de olhos já está tão crescido.

Parece que foi ontem que nos conhecemos… Que o nosso olhar se cruzou quando o colocaram no meu peito e o Mundo parou naquele momento tão nosso, tão único.

Ali estava aquele Ser tão pequenino, no seu estado mais puro… E eu tão feliz a contemplá-lo! 🙂

Desde esse dia tudo mudou, eu tornara-me mãe! Seria responsável por o proteger, confortar, cuidar, por tudo fazer para ele crescer feliz e saudável.

No início foi complicado, o João era muito chorão! Mas tudo se organizou com uma boa dose de instinto mas também de aprendizagem.

Passa tão depressa, às vezes tenho vontade de parar o tempo só para aproveitar mais um bocadinho do meu João bebé.

Mas também é bom vê-lo evoluir e crescer cheio de vida, a arrastar cadeiras, a agarrar comandos e telefones, a abrir portas, gavetas e a pôr tudo fora de sítio, a gatinhar como um foguete quando vê a máquina da loiça aberta, a espalhar fraldas e absorventes no chão quando estão dentro de casa a secar no estendal!:-)

Apesar do trabalho, da angústia quando o vejo adoentado, das noites mal dormidas que nos levam muitas vezes a desesperar, o amor que ele me dá, sem o saber, o sorriso quando chego a casa, os “beijinhos à esquimó”, os abracinhos, as traquinices, tudo compensam e fazem valer muito a pena ser mãe! 🙂
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Hoje sinto-me mais responsável, organizada, mais completa, entendo melhor as mães e principalmente a minha. Sei como é sentir o maior amor do Mundo!

Posso dizer que este foi sem dúvida, o melhor ano da minha vida.

Ser mãe é mesmo a melhor coisa do mundo, não acham?

Chuva, chuva e mais chuva!

Assim vai o tempo na minha cidade do Porto…

Tem sido mais complicado secar a roupa, nomeadamente os absorventes.

O que vale é que eu tenho muitas fraldas e uns quantos absorventes extra.

Mesmo assim, tenho as minhas fraldas preferidas que estou sempre a usar e quero que sequem rápido para as ter disponíveis

Por isso é que trinta é mesmo o número confortável e recomendável de fraldas a ter, também para se conseguir gerir mais facilmente estas questões meteorológicas 🙂

Como não tenho máquina, tenho secado tudo em cima dos radiadores. Ligo um bocadinho à noite o aquecimento e espalho os absorventes pela casa.

Inicialmente o João (que já se põe de pé) agarrava-os e deitava tudo para o chão como se fosse uma brincadeira muito divertida. Agora nem liga, já é habitual ver os absorventes pendurados nos aquecedores por isso deixou de ter graça 🙂

Desta forma tenho conseguido secar relativamente rápido os absorventes e contornado da melhor maneira os contratempos deste Inverno tão chuvoso.
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E vocês, como têm feito? Que truques domésticos arranjam para secarem as Vossas fraldas em tempo de chuva?

Creme de Muda e Fraldas Reutilizáveis, a minha experiência

Poder ou não colocar creme no rabinho do bebé na muda da fralda? Esta é uma das dúvidas de quem utiliza as fraldas reutilizáveis.

Os cremes que contenham parafina, glicerina estão contra indicados pois essas substâncias entranham-se no tecido da fralda, que fica em contacto com a pele do bebé, acabando por o entupir, criando assim uma barreira à passagem do xixi para o absorvente o que origina as tão desagradáveis fugas.
Para além disso muitos têm parabenos que é uma susbtânciia altamente cancerígena, e os pais tratam do eritema para prejudicam a saúde do bebé a outros níveis, mesmo sem saber.

Para quem utiliza este tipo de cremes a única forma de evitar entupimento é colocar um revestimento biodegradável ou reutilizável por cima da fralda de maneira a proteger o tecido.

Quase sempre, quando alertamos os pais para este assunto dos cremes de muda e o cuidado que devem ter para que as fraldas não percam a absorção, nos perguntam se existe afinal algum creme de muda que seja compatível com as fraldas reutilizáveis e possa ser usado sem restrições nos rabinhos mais ecológicos.

Depois de ter sido mãe também eu passei a ter essa preocupação dos cremes. Quando lia a composição da maioria das pomadas verificava que todas elas continham elementos químicos que não me inspiravam confiança…

Felizmente o meu filho tem uma pele ótima e nunca teve uma assadura por isso raramente precisei de lhe pôr pomada. Só quando algum cocó nos escapava e ficava mais tempo em contacto com a pele punha com muita precaução, sempre uma camada fininha, bem espalhada e com a certeza de que antes de fechar a fralda a pele já a tinha absorvido.
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Entretanto, a Ecologicalkids apresenta o bálsamo de muda da Bentley! Um creme à base de produtos naturais, sem químicos e 100% seguro para ser usado com as fraldas reutilizáveis.

Obviamente que reservei logo um boião e desde então é o creme que utilizo no meu filho de forma totalmente despreocupada pois sei que é suave e seguro para a pele do João e que não corro o risco de danificar as fraldas.

Confesso que como não utilizo os revestimentos foi um alívio para mim saber que agora podia estar tranquila cada vez que lhe punha creme, sem o “fantasma” do entupimento a pairar sobre as nossas fraldas!

Sempre que o João faz cocó, mesmo que não esteja vermelho, gosto de lhe aplicar um pouco de creme só para hidratar e acalmar a pele.

Após três meses de utilização estamos satisfeitos e recomendamos!

Cocó Solido

Pois é, longe vai o tempo em que o cocó do meu João era amarelinho, líquido e quase inodoro! caso não tenham lido este post podem fazê-lo aqui

Com três refeições de sólidos por dia o cocó do João é agora mais duro. Na fralda fica um género de pasta que se desprende do tecido facilmente deixando apenas pequenos resíduos. .

A maior parte das vezes consegue-se sacudir totalmente para a sanita, ouvindo-se aquele som “adorável” do cocó a cair: ploff!!! 🙂

Agora quem é sensivel ao cocó de bebé deve fechar os olhos 🙂
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A fralda vai para o saco impermeável praticamente só com o xixi.

A fase que pode ser mais complicada para os pais a este nível é quando o cocó não é sólido o suficiente para se conseguir sacudir, nem mole quanto baste para nos sentirmos confiantes a deixa-lo ir para a máquina.

Na primeira fase de introdução de alimentação complementar (almoço e lanche), o cocó do João passou a ser mais consistente. Ainda assim não tinha a solidez que permitisse retira-lo facilmente quando o sacudia.

Nunca cheguei a utilizar os revestimentos bio degradáveis que acredito que ajudem bastante nesta fase pois é só embrulhar o” presente” e deitar fora facilitando o processo de eliminação das fezes da fralda. Aconselho também ás pessoas mais sensíveis de estômago! 🙂

Como entretanto introduzi mais uma refeição o cocó tem vindo a tornar-se mais duro, então já é mais fácil e a maioria das vezes é só mesmo virar a fralda ao contrário na sanita e adeus cocó! J

Com os legumes e o suplemento de ferro que a pediatra receitou, as fezes tornaram-se mais escuras e o cheiro é também mais intenso, nada a que uma mãe não se habitue.

Não sei se acontece com os Vossos bebé, mas apesar do cocó agora cheirar pior, sinto dificuldade em perceber quando o João fez porque a fralda não cheira mal. Então tenho de espreitar ou meter mesmo o nariz entre a virilha e a fralda para me certificar.
A nível de alergias e assaduras não tenho episódios para contar, felizmente!

Apenas se não dermos conta que o João fez cocó e não mudamos imediatamente a fralda o rabinho fica um pouco marcado exatamente. Nestes casos limpo muito bem com as toalhitas, deixo algum tempo ao ar e na próxima muda a pele está como nova!

Confesso que pensava que iria ter alguma dificuldade com este lado da maternidade, mas agora não tenho nojo de nada; cocó, bolsado, vomitado (também acho que se for dos nossos filhos é diferente). Tanto eu como o meu marido lidamos bem e naturalmente com todo o processo de mudar a fralda, limpar o cocó, por a lavar…

Vejam só, as vezes que já falamos em cocó! Algum dia pensei em tirar fotografias a cocó?!

A maternidade tem destas coisas…

Fomos de férias com fraldas reutilizáveis

No início de Outubro fomos de férias! Quer dizer, fomos de mini férias.

Passamos quatro dias no Gerês, ficamos numa casa de turismo rural, com muito verde em redor, muito ar puro e paisagens deslumbrantes.DSCF1434_1

Foi a primeira vez desde que somos pais que dormimos fora de casa e o João também! Então não quisemos arriscar; escolhemos um local relativamente próximo para a viagem não ser maçadora e fomos por poucos dias com receio do João poder estranhar…

A preparação das malas foi vista e revista para não faltar nada! Agora com um bebé, sair de casa não é tão simples como quando éramos só dois, mas em contrapartida aguçamos o nosso sentido prático e aprendemos a ser mais organizados! 🙂

E acham que não nos esquecemos de nada?!… pois de um chapéu 🙂
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Uma mala ficou reservada só para as nossas fraldas, inseparáveis do rabinho do meu João obviamente não podiam faltar.

E lá fomos nós com cerca de 30 fraldas (o dobro dos absorventes), algumas acabadinhas de sair do estendal e ainda por montar mas que não podiam deixar de ir.

Levamos também as toalhitas, um saco impermeável da creche, um saco de balde da wahmies e um saco s.

Normalmente as fraldas não ficam mais do que três dias sujas dentro do saco, mas achei que por mais um dia não valia a pena lava-las fora de casa.

Para que não ficassem a cheirar mal na casa de banho, onde pusemos o saco, e com o xixi acumulado durante tantos dias fiz manualmente uma pré lavagem aos absorventes antes de os colocar no saco.

No lavatório com água fria a correr, amassei-os até não sair mais xixi e depois espremi-os o máximo que pude para não ficarem ensopados dentro do saco. Este procedimento levou-me mais ou menos 5 minutos por isso não o dou como tempo perdido!

Até foi bom esta experiencia porque funcionou como teste para umas férias mais prolongadas, talvez para o ano, e perceber que mais uma vez o facto de utilizarmos fraldas reutilizáveis não nos impede de ter uma vida completamente normal sem restrições.

E pronto, foram quatro dias bem passados, a desfrutar de paisagens fantásticas, pintadas de verde… E é reconfortante saber que nós enquanto pais através de pequenos grandes gestos estamos a contribuir para que, de futuro, os nossos filhos possam também apreciar e usufruir do melhor que a natureza tem para nos dar.
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Fralda Easyfit Totsbots

Quando,  no mês de Agosto, regressei à Ecologicalkids Porto depois da minha licença de maternidade, deparei-me com várias novidades, entre elas estavam as fraldas Easyfit da TotsBots!
Mais uma grande marca que passamos também a representar.

Assim que as vi no expositor não consegui ficar indiferente a tanta cor, a tantos padrões divertidos e já só imaginava o João com uma (ou duas) 🙂 vestida!

Depressa me apaixonei pela Chiken Licken e a Blue Moo! (Confesso que não me liberto desta  tendência para os tons azuis…)

Sim, eu sei, já tenho muitas fraldas… Mas não tinha estas!

É tão difícil resistir e de qualquer forma eu gosto sempre de transmitir a minha experiencia prática de utilização aos clientes que me pedem opinião. Por isso encaro as minhas mais recentes aquisições como forma de enriquecimento profissional 😉

Partilho convosco estas fotografias tiradas em Agosto, numa descontraída e quente tarde  de Domingo passada da forma que eu mais gosto, em família!
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O João enverga uma Chicken Liken e como podem ver está convencido de que vai apanhar as galinhas todas da quinta! Ele fica fascinado com as cores e padrões das fraldas. Para além das vantagens já conhecidas, a prática fez-me descobrir mais esta. As fraldas reutilizáveis são muito mais estimulantes para os bebés.
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O que eu achei das EasyFit?

A fralda é extremamente leve e pouco volumosa, parece mesmo uma cuequinha.

Fácil de usar; o facto de ser tudo em um faz com que seja muito prática, está sempre pronta sem ser necessário montar os absorventes. As fraldas tudo em um são as mais parecidas na forma de usar com as descartáveis.

A nível de absorção; nunca as utilizei para a noite porque considero que sendo uma fralda mais estreita entre pernas e menos robusta não terá tanta capacidade para aguentar 10 ou 12 h. Apesar de serem tudo em um as easyfit têm um bolso para incorporar mais um absorvente e aumentar a sua capacidade de absorção. Mesmo assim prefiro as Blueberry Deluxe ou as Piriuki V3 para a noite, mas durante o dia de todas as vezes que as utilizei nunca tive uma única fuga.

O absorvente pode estar em contacto com a pele do bebé pois faz o efeito satydry e o tecido interior parece ser à prova de manchas!

Gosto de tirar partido das diferentes características de cada fralda e utiliza-las de acordo com as situações, necessidades e prioridades.

Adoro utilizar as easyfit durante o dia por serem muito levezinhas e pouco volumosas. Assim o João pode vestir roupas mais justas e fica mais liberto para se movimentar.

Como ponto menos favorável aponto o tempo de secagem que é mais demorado do que as de bolso.

Conclusão; mais uma fralda aprovadíssima!

Decisão tomada

Pois é, a decisão está tomada e hoje venho aqui partilhá-la convosco 🙂

Tal como vos tinha dito num post anterior sobre o fim da minha licença de maternidade e consequente regresso ao trabalho, a Ecologicalkids dá a possibilidade de as suas colaboradoras poderem tirar uma licença sem vencimento e ficarem com os seus bebés até completarem um ano.

Optei então, depois de muita ponderação, por aproveitar esta oportunidade de ficar com o João mais cinco meses e acompanhá-lo sem perder pitada do seu crescimento até ao primeiro aninho.

Não foi uma opção só minha mas também do pai que concordou que nesta fase o mais importante é o João poder usufruir do contacto e da presença da mãe junto dele o máximo de tempo possível.

Da minha parte sinto-me feliz porque adoro cuidar do meu filho e não me importo nada de ser mãe a tempo inteiro, por isso estou bem! E cinco meses passam a correr…

Claro que pesou o facto de durante esse tempo ficar sem o meu salário, mas felizmente que temos possibilidade de passar sem esse rendimento.

Li os comentários deixados ao meu post sobre o regresso ao trabalho e extensão da licença de maternidade até um ano, reparei que as opiniões divergiam.

Na minha maneira de ver ninguém é pior ou melhor mãe porque decide ficar em casa ou porque prefere ir trabalhar. Sou da opinião de que a presença da mãe (e do pai) é fundamental nos primeiros anos de vida da criança e que muitas mães não passam mais tempo com os filhos porque a vida e a nossa sociedade conforme está organizada assim não o permite.

Por exemplo, nos países do Norte da Europa a licença de maternidade é bem mais extensa e as condições dadas quer às mães quer aos pais são bem diferentes da nossa realidade. Acreditam que os pais são o pilar educativo e afetivo da criança, que devem ser os pais e não terceiros a cuidar dos   seus bebés, e como tal, esses países garantem as condições necessárias para que pais e filhos partilhem o máximo de tempo possível.

Mas acima de tudo as mães para educarem bem os seus filhos têm de se sentir bem, fisica e psicologicamente, e se sentirem melhor a trabalhar devem-no fazer.
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Vou continuar por aqui a escrever e estar atenta às novidades da minha loja preferida!

Beijinhos.

 

 

O João, os dentinhos e a Sophie

Com cinco meses acabados de fazer já o João tinha os dois dentinhos de baixo cá fora. Não foi nada dramático, só me apercebi porque me deu uma trinca enquanto mamava 🙂 . Mas não teve febre, nem diarreias e não notei nenhuma mudança relevante no comportamento. Apenas se babava mais do que o normal e levava desesperadamente as mãos à boca. A avó passou na loja e comprou o boneco mordedor Sophie para o João. Até hoje são inseparáveis!

 

Adora apertá-lo para ouvir o seu chiar, a primeira vez que o conseguiu fazer assustou-se, mas soltou uma gargalhada logo de seguida.

Nos últimos dias notei que pegava muito na girafa para coçar as gengivas de cima, quando fui a ver estavam mais dois dentinhos a espreitar, o incisivo central e lateral e outro já a querer eclodir.

A minha avó costumava dizer “se toda a mãe soubesse quando seu filho adentecia para o monte fugia” 🙂 . Mas felizmente o João tem passado bem esta fase dos dentinhos!

E com os V/ bebés, qual a experiência?