Muitas felicidades

Tal como anunciámos no Facebook no passado sábado dia 3 de Agosto foi um dia especial.

Fechámos a Loja do Porto mais cedo mas o motivo era muito especial, a Vanessa ia-se casar! Gostamos de partilhar os momentos mais importantes em conjunto, como se fossemos todos uma família por isso não poderíamos faltar a este, ainda por cima quando se trata de festa! (sim há por aqui pessoas bem gulosas..cof cof…). Assim no sábado de tarde a Vanessa e o João comemoraram o início da sua vida em comum junto da família e dos amigos mais próximos (e claro da equipa do Porto!!!). A cerimónia foi simples, mas muito bonita e acima de tudo feliz, o tempo ajudou e a vista era soberba! Como gostamos de partilhar, aqui vai uma foto da Vanessa e uma da Vanessa com o nosso bebé João (digam lá se não ficaram lindos os dois!). Sim é verdade somos uma equipa babada!

Muitas felicidades Vanessa!

Muitas felicidades Vanessa!

A Vanessa e o "nosso" bebé João :)

A Vanessa e o “nosso” bebé João 🙂

A Vanessa vai agora de Lua de Mel algures para o Mediterrâneo, mas isso não nos impede de deixar aqui os nossos votos de muitas felicidades. 😛

Amamentação

A Tânia, da Loja de Lisboa, pediu-me que escrevesse algo sobre amamentação, depois de algumas partilhas que fizemos nas minhas visitas à loja. De tanto que tenho para contar, e aproveitando a comemoração da Semana Mundial do Aleitamento Materno (1 a 7 de Agosto de 2013), resolvi contar o meu inicio. Começo por me apresentar, sou a Tânia (também!) , tenho 36 anos, e sou mãe de dois mini-bebés: o João, agora com quase 4 anos, e que nasceu às 38 semanas, com apenas 2,010kg; e a Maria que faz 1 ano esta semana, nascida às 34 semanas, com 1,330 kg. Ambos amamentados em exclusivo, desde a alta hospitalar até à introdução da Alimentação Complementar.

Sempre soube que ia amamentar. Afinal, as maminhas não podiam servir só para enfeitar, tinham de ter a utilidade para que a Natureza as fez. Muito antes da gravidez surgir, já eu lia tudo o que me passava pela frente sobre amamentação. Um blog dos meus preferidos, com muita informação de qualidade, foi o do projecto Mamar ao Peito. Entretanto a gravidez (finalmente!) surgiu, e continuei a minha caminhada. Nas ultimas semanas de gravidez, comprei a minha “bíblia” da amamentação, o Manual Prático do Aleitamento Materno, do Dr.Carlos Gonzalez, disponível no site do SOS Amamentação . Em duas semanas, li-o duas vezes de seguida!

Quando eu pensava que ainda tinha à minha frente algum tempo de gravidez, o João resolveu que estava com pressa, e 2 dias antes das 38 semanas, um pico de tensão levou a que o parto fosse induzido. Um parto rápido, sem tempo para epidural, e põe-me no colo um bebé mais pequenino do que eu estava à espera: 2,010kg  de gente, uma surpresa para todos. Seguindo o protocolo para bebés com menos de 2,500kg, o teste da glicémia revelou valores muito baixos, pelo que ele foi internado na unidade de Neonatalogia cerca de 1 hora depois de nascer. E começava o desafio…

Não tinha o bebé comigo, não o podia amamentar, como tanto tinha sonhado. Só o voltei a ver no dia seguinte, quase 18 horas depois de ele ter nascido. Assim que o pude ver, tirei-o da incubadora onde estava, peguei nele, e tentei pô-lo à mama. Mas ele não parecia saber o que fazer, limitava-se a lamber… Assim se passaram 5 dias, em que ele foi alimentado primeiro por sonda, depois por biberão, com Leite Artificial, porque eu quase nada conseguia extrair. Ia tentando pô-lo na mama, mas sem grande resultado. Ao 5º dia, finalmente, tive a subida do leite, mas o João continuava sem conseguir pegar. Uma enfermeira novinha e despachada sugeriu que experimentasse bicos de silicone. Eu tinha lido sobre esses artefactos, e sabia que não eram aconselhados, mas no desespero de ter um bebé internado, faz-se qualquer coisa. O que se seguiu, para quem acredita, pode ficar na categoria de “milagre”: de repente, o pequenino João começou a mamar, como se nunca tivesse feito outra coisa! Tão bem, que no dia seguinte, aos 6 dias de vida, pudemos finalmente levar o nosso bebé para casa!

E começava uma nova fase! Por ser tão pequenino, tínhamos de garantir que comia, pelo menos, de 3 em 3 horas. Tínhamos de o acordar, fosse a que horas fosse, dia e noite. E quando finalmente acordava, levava muito tempo na mama. Mamava um pouquinho, adormecia. Acordava, mais meia dúzia de chupadelas, e toca de dormir. Levávamos os dias e as noites nisto, com muito cansaço, desespero, ansiedade, mas com a certeza de que era exactamente o que queria fazer. Amamentar afinal, não era nem bonito, nem romântico. Era simplesmente garantir que o meu filho, que não tinha crescido tudo dentro da barriga, pudesse ter o único alimento adequado, em quantidade e qualidade, nada mais, nada menos. Nem que para isso eu estivesse 24 sobre 24 horas de mama de fora. Cada vez que ia amamentar, preparava o meu “estaminé”: no sofá da sala, almofada de amamentação, água à mão, comidinhas práticas (bolachas, frutas, frutos secos, o que pudesse facilmente comer à mão), e o comando da televisão, quase sempre na Fox. E ali ficávamos os dois, horas esquecidas. O mundo e a casa tinham ficado para trás, só interessava amamentar o meu bebé, tão pequenino. O esforço era recompensado semanalmente, nas pesagens do Centro de Saúde, em que o João aumentava optimamente de peso, recuperando para valores normais para a idade.

Às 8 semanas, tivemos uma grande vitória: os malfadados bicos de silicone, passaram a fazer parte da história. Já estava tão farta de andar com aquilo atrás, que decidi que já chegava. O João já pegava bem, já tinha força, a boquinha minúscula já tinha crescido um pouco, estava na hora de avançar. Aos pouquinhos, uma mamada de cada vez, fui conseguindo tirar, até que ao fim de poucos dias, já não precisávamos daquilo!!

E um dia, aconteceu uma coisa estranha: mal eu tinha acabado de me instalar para mais uma maratona de mama, já o João tinha acabado de mamar. Assim, de repente, de um dia para o outro, o João era um Campeão da mama! Quaisquer 5 minutos chegavam, para ficar satisfeito! Que bom, que bom! Afinal, eu não ia passar a vida sentada no sofá, a ver episódio atrás de outro do “Bones”!

E assim continuámos, o João continuou a aumentar muito bem, e mamou em exclusivo até à introdução da Alimentação Complementar. E mamou muito, muito, até dizer que não queria mais, pela sua vozinha de 27 meses. Mas isso são outras histórias…

E vocês? Tiveram um inicio de amamentação complicado? Que dificuldades surgiram, e como as conseguiram superar

semana_mundial_amamentacaoAproveitando a comemoração da Semana Mundial do Aleitamento Materno, partilho o inicio da minha experiência de amamentação. Sou a Tânia, tenho 36 anos, e sou mãe de dois mini-bebés: o João, agora com quase 4 anos, e que nasceu às 38 semanas, com apenas 2,010kg; e a Maria que faz 1 ano esta semana, nascida às 34 semanas, com 1,330 kg. Ambos amamentados em exclusivo, desde a alta hospitalar até à introdução da Alimentação Complementar.

Regresso ao trabalho

Pois é, passados quase seis meses de licença com o meu bebé eis que chegou ao fim e cá estou eu de regresso…

Como passou rápido!

Foram 6 meses de muito colinho, de algumas noites mal dormidas, de muita “maminha”, de muitas canções de embalar sussurradas ao ouvido, de muitas fraldas mudadas, de muitos sorrisos…

Muitas horas em que fui só eu e o meu João…

É estranho e custa tanto separar-me dele após tantos meses sempre tão juntinhos, primeiro na minha barriga, depois à distância de um olhar.

Os primeiros dois meses foram os mais difíceis, o João chorava muito, passamos umas boas noites sem dormir, chegava a ser desesperante não saber a causa do choro aflitivo que só acalmava com o som do secador do cabelo 🙂 Custava-me tanto saber que ele pudesse estar desconfortável…

Chorei ao vê-lo chorar; por cansaço, por hormonas descontroladas, por pensar que ele tão pequenino estava agora neste nosso “mundo” tão diferente do que ele estava habituado e onde viveu durante nove meses.

Afaga-lo no meu peito, ligar secadores, aspiradores, exaustores, ficar a noite em claro era o mínimo que podia fazer para que se sentisse melhor e aconchegado.

Foram meses de puro amor, e cada dia gosto mais dele quando julgo que é impossível amá-lo mais.

Hoje o João já não é “chorão”!

Ainda acorda para mamar, às vezes de três em três horas! Mas também tem noites que dorme seis ou sete horas seguidas.

Adora tomar banho e chapinhar na água, gosta de beijinhos, de colinho, ri-se à gargalhada principalmente com as “maluqueiras” do pai (aquelas coisas de homens), adora brincar com a bola colorida da Sterntaler, gosta que lhe cantem e deem muita atenção.

É dono de um olhar doce e curioso, de um sorriso meigo e ao mesmo tempo malandro.

É um bebé saudável e feliz! 🙂 E isso basta-me.
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Foi com ansiedade que vivi a chegada do primeiro dia de trabalho agora com o João na minha vida, tentei adiar o meu regresso com três semanas de férias para o poder acompanhar o máximo de tempo possível e lhe prolongar a amamentação em exclusivo.

Já espreitei várias vezes no meu tlm as muitas fotos que lhe fui tirando durante todos estes meses e é difícil não sentir aquele nó na garganta.

Mas também estou feliz por reencontrar os meus colegas de trabalho e os melhores clientes do Mundo!

Sei que há muitas novidades, produtos novos, um site renovado que ainda ando a descobrir.

Hoje foi o meu primeiro dia de trabalho desde que sou mãe.

Hoje, pela primeira vez, sei que vou para casa e tenho o João à espera…

A Ecologicalkids permite que as suas colaboradoras possam gozar licença sem vencimento desde que acaba a licença de maternidade até o bebé completar 12 meses, para que a mãe possa acompanhar por mais tempo o bebé e promover a amamentação.

Durante este mês, enquanto faço as férias da Vanessa (a minha colega do Porto) vou ponderar, pesar todos os prós e contras. Então decidirei se fico a 100% com o meu João até ele fazer um aninho… Depois, claro que partilho convosco a minha decisão! J

E vocês, o que fariam? Não acham que a licença de maternidade se devia estender até ao ano, ou pelo menos ser opcional?

As fraldas cheiram mal no balde?

O cheiro a amónia é muito forte, geralmente se as fraldas sujas forem colocadas num saco impermeável. Dentro de um balde com tampa não se sente nenhum o cheiro a amónia cá fora, no entanto quando abrimos o balde o cheiro assemelha-se a sonasol amoniacal, é mesmo tal e qual 🙂

Este cheiro é mais ou menos forte de acordo com o bebé, se ainda é recém nascido e bebe apenas leite ou se já tem uma dieta alimentar de sólidos, se bebe muita água ou leite o cheiro tente a ser mais fraco, se estiver doente a tomar antibiótico ou não gostar de beber água então o cUntitled 11heiro é mais forte.

Se o bebé está numa fase em que o cheiro a amónia é muito forte, podem optar por colocar um pouco de pó para balde da Rockin Green no fundo do saco (para balde ou de transporte), este pó ajuda a equilibrar o PH no saco e neutraliza a ureia responsável pelo cheiro a amónia.

O mais importante é nunca guardarem as fraldas reutilizáveis sujas em sacos de plástico pois estes aumentam a temperatura dentro do saco, promovem a criação de bolor e intensificam o cheiro a amónia, se optar por passar por água os absorventes com xixi, escorre-los e colocá-los depois no saco impermeável lembre-se também que as suas fraldas podem ficar com bolor! e ficarem danificadas, a acidez do xixi tem a vantagem de evitar o bolor. Assim, é muito importante que não passe as fraldas por agua antes de as colocar no balde!!!
As fraldas devem ir sujas para dentro do saco para balde.

É muito importante igualmente que tentem lavar as fraldas reutilizáveis sujas o mais frequentemente possível, isto é deixem as fraldas sujas um máximo de 3 dias no balde.
Caso tenham deixado mais de 3 dias fraldas sujas no balde por esquecimento ou conveniência e o cheiro a amónia se tenha literalmente infiltrado nas fraldas 🙂 então devem lavar os absorventes (apenas os absorventes) a temperatura alta na maquina com duas colheres de anti amónia.

Eu tinha o balde ao lado do fraldario e sempre utilizei sistema de saco para balde em balde fechado e recomendo 🙂 no entanto também existem pais que preferem deixar o balde aberto pois garantem que fica menos cheiro a amónia e caso tenham uma zona da casa arejada onde o possam fazer é perfeito 🙂

Fraldas reutilizáveis, as minhas contas.

A minha decisão de utilizar fraldas reutilizáveis não foi baseada em factores de poupança, mas sempre foi uma mais-valia da escolha que fiz. Decidi fazer as contas ao que gasto/poupo com as fraldinhas reutilizáveis para ter essa noção. Eu antes de usar estas fraldas usava umas descartáveis de uma marca que se compra em farmácias e para-farmacias pois achava que eram melhores para o Gugu.
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Para ter a noção do custo completo de todo o processo, fui investigar quanto custaria uma lavagem na máquina da roupa em termos de electricidade e água. Em todos os sítios que vi a informação que obtive seria a de uma máquina económica faria cada lavagem com o custo de 9 cêntimos (electricidade e água), a máquina menos económica no programa mais gastador de todos o faria por 21 cêntimos (electricidade e água). Embora a minha máquina seja económica, para as minhas contas decidi usar o valor mais caro para prever o pior cenário de custos. Também contemplei o detergente Rockin green – Hard Rock (a versão para água dura) que custa 18,90€ e dá para 90 lavagens = 0,21 cêntimos por lavagem.
Eu faço 1 máquina por semana só de fraldas ou então 2 máquinas com outra roupa misturada.

– Gasto uma média de 60 fraldas por semana (8 fraldas/dia)

– 2,5 anos de fraldas são 130 semanas (1 ano são 52 semanas)

Fraldas descartáveis

Pack de cerca de 30 fraldas – 10€

Por semana são 2 packs (60 fraldas) – 20€

20€x130 semanas = 2600€

Custo das fraldas descartáveis durante 2,5 anos de fraldas = 2600€

Fraldas reutilizaveis

Custo médio de cada fralda 20€

Custo de 20 fraldas = 400€

Custo de 30 fraldas = 600€

Custo de cada lavagem detergente = 18,90€/90 lavagens = 0,21 cêntimos por lavagem.

Custo de 1 Lavagem de fraldas por semana com detergente Rockin green Hard Rock

(0,21€ da lavagem + 0,21€ do detergente) x 130 = 54,6€

Custo das fraldas reutilizáveis durante 2,5 anos de fraldas com 20 fraldas e 1 lavagem por semana (agua, electricidade e detergente) = 454,6€

Custo das fraldas reutilizáveis durante 2,5 anos de fraldas com 30 fraldas e 1 lavagem por semana (agua, electricidade e detergente) = 654,6€

 É claro que no segundo filho a poupança será muito maior pois apenas terei o custo das lavagens, já não terei o investimento das fraldas 🙂 🙂 🙂

Sou a Raquel, mãe de primeira viagem de um gordo lindo de 3 meses que é o Gugu! O papá, adorou a ideia das fraldas e também as muda.
Só por os absorventes dentro das fraldas é que ainda é tarefa exclusiva da mãe.
O Gugu não utiliza fraldas reutilizáveis desde que nasceu mas agora que as usa fica com um rabiosque lindo dentro delas e já não quer das outras 🙂

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O pai e as Fraldas Reutilizáveis

Por norma tanto a mãe como o pai devem estar de acordo na decisão de utilizar  fraldas reutilizáveis nos seus bebés.
Mas pode acontecer que um dos elementos do casal não esteja assim tão convencido…

Às vezes são os pais; “o quê, andar com o cocó dentro de um saco. Não fica a cheirar mal?”

Outras vezes são as mães; ” Acho que vou ter muito trabalho a lavar fraldas!!”

Cá em casa nem houve discussão! 🙂

Por trabalhar na Ecologicalkids o meu marido já esperava que o João fosse usar fraldas reutilizáveis.

Mas mesmo que eu não estivesse na empresa sei que ele estaria sempre convencido uma vez que é um acérrimo defensor do conceito.

Claro que temos as nossas diferenças, mas nas questões essenciais da vida e do que queremos dar ao nosso filho partilhamos os mesmos valores.

O conforto que proporcionamos ao João em lhe colocar tecido em vez de plástico cheio de químicos é a principal razão pela qual adoramos as nossas fraldas, mas a questão ecológica também pesa bastante, principalmente para o meu marido!
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Ele é o homem que separa o lixo de forma irrepreensível, que nunca se esquece dos sacos reutilizáveis quando vai ao supermercado, que teve a iniciativa de colocar uma garrafa de água nos autoclismos cá de casa, que antes de tomar banho retira a água fria para um balde para depois aproveitarmos para uma descarga! Eu também já adotei esta última e o balde está sempre na banheira! J

Para ele as fraldas foram mais do que bem vindas e lida com elas de forma descontraída, embora na hora da muda ele “reze” para que não tenha cocó! 🙂

Sabe mudar na perfeição qualquer uma, mas prefere as fraldas de velcro porque as considera mais práticas e rápidas de ajustar. Com as molas sente-se um pouco atrapalhado porque tem de fazer alguma pressão e nunca sabe bem em que botão apertar. 🙂
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Então no meu grande montinho de fraldas sei que se for o pai a mudar vai sempre procurar as fraldas de velcro. Acho que para além de as separar por fraldas de noite e de dia vou também começar a separa-las por fraldas da mãe e do pai! 🙂

Trata de as colocar a lavar sem qualquer problema, mas confesso que por algum preciosismo meu, gosto que essa seja tarefa minha. A única coisa que o pai não faz é pôr os absorventes no interior das fraldas. É certo que ele próprio diz não ter grande paciência para essa função, mas mesmo que tivesse desconfio que umas mãos masculinas não iriam caber dentro do bolso das fraldas! 🙂
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Fraldas Reutilizáveis na casa dos avós

Quando os pais tomam a decisão de utilizar fraldas reutilizáveis em muitos dos casos os avós são contra, as memórias de fraldas antigas estão ainda presentes, ainda recordam as fraldas que precisavam de ser fervidas, que eram esfregadas com sabão azul e branco ou rosa, da sorte de quem tinha uma capa plástica e quem não tinha colocava duas ou 3 fraldas de cada vez para que o xixi não saísse, depois chegaram os tempos do fácil, dos produtos de uma única utilização, das descartáveis consideradas modernas e por isso melhores, mas que trouxeram outro tipo de alergias e problemas.

Os pais de hoje em dia estão numa fase diferente, a decisão de terem bebé é na maioria dos casos tomada em consciência, antigamente  no tempo dos nossos avós a contracepção era quase inexistente e não se tinha ainda indicações que o planeta também tinha de ser cuidado.

Hoje em dia o futuro e saúde do bebé são preocupação desde que o bebé está na barriga, a alimentação da gravida, se está exposta ou não a detergentes, que deve tomar acido fólico no primeiro trimestre.
O fato de termos acesso a ecografias faz com que a existência do bebé seja também algo mais presente mesmo quando ainda está na barriga.
Assim a decisão sobre que tipo de pais que vamos ser começa quando ainda o bebé não nasceu, vamos utilizar fraldas reutilizaveis ou descartáveis? Vamos amamentar ou não? Vai para a creche ou pode ficar com os avós?

Na ecologicalkids recomendamos que caso o bebé vá ficar com os avós (passados os rapidos 5 meses da licença de maternidade) também estes nos devem visitar nas lojas e de ter oportunidade de ouvir e conhecer as diferenças que as fraldas reutilizaveis têm das fraldas antigas de pano, escolher algumas fraldas para os netos, ouvir a explicação de como se utilizam e cuidam das fraldas e contactar com os varios modelos e sistemas.

E como é a logistica caso o bebé esteja na casa dos avós?
Caso o bebé tenha a sorte de ficar com os avós até aos 3 anos isto significa que são os avós que mais vezes vão mudar a fralda ao bebé, neste caso é importante ter algumas fraldas em casa onde o bebé passa a noite e o fim de semana mas ter mais fraldas que ficam na casa dos avós.
Claro que as fraldas vão andar naturalmente sempre entre uma casa e outra pois a fralda que o bebé leva de manhã é da casa dos pais e a fralda que o bebé leva à noite era da casa dos avós.
Os pais que utilizam fraldas reutilizáveis  têm dois sacos para balde e dois de transporte, neste caso na casa dos avós devem existir igualmente dois sacos para balde.
O que é obrigatório ter nas  duas casas é detergente para as fraldas!

Quando os avós ouvem a explicação e logo que vêm como são as fraldas reutilizáveis passam a ser grandes defensores do conceito e são muitas vezes mais cuidadosos no cumprimento das regras de lavagem que os próprios pais 🙂 por isso vivam os avós!!

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Em resumo:

– Os avós também devem participar na escolha das fraldas e se possivel visitarem uma loja ecologicalkids para ouvir a explicação dos cuidados e lavagens.

– Na casa dos avós devem existir: cerca de 20 fraldas, dois sacos para balde e detergente 🙂

 

Pensos higiénicos Reutilizáveis

Olá, decidi enviar o meu testemunho sobre os pensos higiénicos reutilizáveis, pois após 8 meses de utilização fiquei seguidora desta doutrina do olhar para a nossa saúde e para o nosso planeta com outros olhos.

Desde que me apareceu a menstruação pela primeira vez quando tinha 13 anos (tenho agora 28) que sofro de candidíases e alergias sempre durante o período menstrual, no inicio a minha mãe sugeriu que seria alergia aos pensos, assim todos os meses experimentava uma marca nova, depois de várias tentativas sempre a dar erro, passámos a comprar uns descartáveis na farmácia (caríssimos) que também faziam alergia mas permitiam à minha mãe ter o conforto de que me dava o melhor. No entanto o desconforto era permanente, durante a noite para acalmar colocava em vez dos pensos uma toalha de bidé dobrada e só assim me sentia melhor; com o passar dos anos fui indo àquela e à outra ginecologista e fui fazendo todos os tratamentos, desde óvulos vaginais, a pomadas, a medicação anti histamínica, a medicação para a candidíase, até colocava pomada para as assaduras dos bebés para que os pensos não me tocassem diretamente na pele, na verdade, quando comecei a tomar a pílula foi um alivio que a menstruação passasse a ser uns 4 dias de pouco fluxo.

Entre as varias sugestões de solução estavam o utilizar cuecas apenas de algodão, nessa altura do mês optar pelos vestidos e não as calças que apertavam e diminuíam a circulação do ar, o colocar a pomada para as assaduras dos bebés e o utilizar os pensos descartáveis da farmácia, tal como uma boa aluna que se senta mesmo na fila da frente tudo fiz, com uns alivios aqui e ali mas sempre com desconforto à mistura.
Para o caso de quem está mentalmente a sugerir e tampões? posso-vos dizer que também os experimentei e foi a pior das piores alergias que me obrigou a aplicar pomadas corticoides e tomar medicação durante 8 dias seguidos.

Uma colega de trabalho que tem um bebé que utiliza as fraldas reutilizáveis da Ecologicalkids ao falar da loja deixou-me curiosa e fui espreitar o site, andei a explorar e fiquei contente quando descobri mais uns pensos (talvez os únicos no mercado) que ainda não tinha experimentado, comprei apenas uma caixa e na menstruação seguinte utilizei-os posso-vos dizer que adorei e acreditem que nunca pensei vir a dizer isto de uns pensos higiénicos, claro que comprei logo de seguida mais 5 caixas e o detergente para os pensos, desde à oito meses que os utilizo, já não uso o detergente Rockin Green dos pensos pois optei por comprar o Rockin Green para a roupa e fraldas pois a embalagem é maior e sempre que a máquina de lavar tem roupa interior ou pensos lavo sempre com uma colher de sopa de Rockin Green.

Tenho 18 pensos M e L e penso serem os suficientes, por vezes nem os utilizo todos na semana de menstruação, após estes meses de utilização estão como novos e recomendo.
O atendimento e esclarecimento na loja também é otimo e claro, embora ainda não tenha bebés (talvez para o ano) vou de certeza utilizar fraldas pois se ter o rabinho assado dá o desconforto que senti durante tantos anos sei que não vou querer isso para um filho meu, no entanto nessa altura escrevo-vos outravez a contar a experiência 🙂

O meu nome é Joana Guerreiro, mãe de uma gata mimada e mulher de um criativo simpático e divertido, embora toda a família nos pergunte com a regularidade de um relógio suiço para quando um bebé, decidimos deixar esses planos para 2014 e ter assim mais um ano só de namoro a dois, sou uma cliente Ecologicalkids desde Novembro de 2012, muito satisfeita.
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Fraldas Reutilizáveis de fibras naturais porquê

Os tecidos naturais não fazem o efeito não retorno do xixi, isto é, o bebé sente que está molhado, por isso a maior parte dos pais prefere fralads reutilizáveis stay dry,  no entanto as fibras naturais são perfeitas para tratar o eritema da fralda, se o bebé fica com alergia devido à introdução dos novos alimentos para que esta alergia passe e a pele regenere em algumas horas uma fralda de bambú ou algodão é a solução.

Assim em cada coleção de fraldas reutilizáveis de um bebé devem existir umas 3 ou 4 de fibras naturais para colocarmos quando temos um rabinho assado 🙂

Entre as opções de fraldas com fibras naturais temos:

blueberry_bambooBlueberry Bamboo:
Esta fralda tem o mesmo, design, nível de absorção e desempenho de uma Blueberry Deluxe (ou seja perfeito) mas o tecido interior é o bambú.
É uma fralda tamanho único  com 3 ajustes e tamanho.
Fralda de bolso em que o tecido que está em contato com o bebé é o bambú mas os absorventes são exatamente iguais aos da Blueberry Deluxe isto é,  inclui um absorvente duplo e outro pequeno de microfibra.
Ajuste em altura e cintura apenas na versão molas.

Untitled 2Blueberry Econappi:
Fralda tamanho único que pode ser utilizada como fralda de bolso ou tudo em um.
Esta fralda para além do interior em bambú inclui dois absorventes numa mistura de algodão biologico e bambú, são muito absorventes e os absorvenets preferidos das mães de bebés que fazem muito xixi ou dormem muitas horas.
Um dos absorventes é tripo e é o maior que existe no mundo das fraldas :-).

bumgenius ecologicalkids fraldas reutilizaveisBumgenius Elemental:
Fralda tamanho único em sistema tudo em um com o interior em algodão biológico, foi redesenhada e acabada de lançar, nesta nova versão os absorventes são mais largos e apanham mesmo toda a fralda.
É das fraldas tamanho único menos volumosas e permitem reforçar a absorção colocando mais absorventes por baixo do painel de algodão.
Quem experimenta fica fã 🙂

wahmies_ecologicalkids_fraldas_BWahmies:
Fralda tamanho único de bolso interior em viscose de bambú, inclui um absorvente fold to fit em bambú parecido com uma fralda plana.
o absorvente foldo to fit é bom para utilizar como reforço de absorção mas como absorvente único tende a não absorver o suficiente, esta fralda é pouco volumosa e ajusta em molas.

bumkins_ecologicalkidsBumkins:
Fralda tamanho único tudo em um, interior em seda de bambú, esta fralda inclui bolso que permite ajustar a absorção.
É das fraldas tamanho único a que mais cedo serve ao bebé, demora um pouco mai tempo a secar que a elemental.

natural 2 fraldas reutilizaveis www.ecologicalkids.ptBamboozle:
Fralda de contorno em bambú, todo o tecido de contato é em bambú e tem um núcleo em microfibra para maior absorção, não tem camada impermeável pelo que deve ser utilizada com uma fralda de capa.
Esta fralda é muito absorvente e confortável é de todas estas a que demora mais tempo a secar.

Nos casos em que herdamos fraldas, em que já temos a nossa coleção desejada de umas boas dezenas de fraldas podemos dar a volta a situação tendo alguns absorventes de algodão ou umas 4 fraldas pre dobradas que podemos colocar por cima do bolso de uma fralda  quando existe uma alergia que queremos que desapareça.

Nestes casos podemos optar por:

fraldas pre dobradas – podemos dobradas como se fossem um absorvente e coloca-las por cima das fralads de bolso ou tudo em um.

Absorventes de contorno Bumkins: um pack de dois absorventes anatomicos de bambú, estes absorventes são fantasticos e embora a zona de contacto seja em bambú os proprios absorventes têm um bolso onde podemos colocar absorventes de reforço

Fraldas absorventes planas de algodão: podemos dobra-las comos e fossem um absorvente e coloca-las por cima das fraldas de bolso ou tudo em um

Como arrumar as fraldas?

Já falámos varias vezes sobre organização de fraldas, aqui e aqui.

mas como organizam as vossas fraldas?

Assim dentro da gaveta ou fora separadas? separam as fraldas do dia das fraldas da noite?
Caso tenham dois bebés de idades diferentes separam as fraldas para cada um ou ajustam o tamanho antes de as colocarem?

 

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