Frugi

Olá a todos 🙂

Agora podem encontrar a roupa da Frugi nas lojas Ecologicalkids, estamos encantados, a roupa é linda e o toque fantástico.
Untitled 36

Toda a roupa é em 100% algodão biológico ultra suave é uma roupa a pensar também nos bebés que têm eczema e pele atópica pois diminui o nível de comichão, a roupa é pensada para ser resistente de forma a poder passar para irmãos.
Uma caracteristica que estas roupas têm que as torna únicas? São desenhadas especialmente para bebés que utilizam fraldas reutilizáveis 🙂  !!!

Vejam o Video da coleção de Outono Inverno:

Fralda Bumkins tudo em um em bambú

A Bumkins é americana e já tem quase 25 anos de experiência. Foi criada pela mãe Jakki Liberman que, em 1989, decidiu encontrar uma alternativa às fraldas descartáveis para a sua família – as fraldas tudo em um. Estas fraldas são feitas de fibras naturais e têm a vantagem de serem tudo em um, ou seja, têm os absorventes cosidos na fralda, mais práticas para colocar no bebé.

Hoje em dia a Bumkins alargou a sua família de fraldas mas foram as tudo em um que as lançaram.

Ficam aqui algumas características destas fraldas:
– O exterior é impermeável e o interior com um absorvente de duas camadas que mistura algodão com seda de bambú para uma maior capacidade de absorção, respirabilidade e conforto.
– O interior à volta do absorvente é stay dry para garantir que o bebé se sente seco.
– O absorvente sai do bolso para a lavagem ser mais eficaz e a secagem ser mais rápida. Além disso o bolso é largo e fecha com molas, possibilitando a colocação de mais do que um absorvente e garantindo que nunca saem do lugar.
– São provavelmente as fraldas de tamanho único que mais cedo servem ao bebé – dos 3,18Kg aos 14,5Kg. Têm três pontos de ajuste de molas em altura e permitem a sobreposição de abas na cintura.
– Existem em vários padrões, exclusivos e desenhados pela Bumkins, não só em fralda como também em babete!
As fibras naturais são hipoalergénicas e perfeitas para que a pele do bebé respire e regenere de eritemas em algumas horas. Além disso, as fraldas da Bumkins são tão fáceis de colocar como uma descartável, sem ser necessário dobrar ou adicionar camadas. Ideal para levar para as creches, para quando os pais mudam a fralda ou mesmo quando vão para casa dos avós! É fácil de lavar na máquina e o absorvente desdobrável acelera o tempo de secagem.

Quadrigémeos idênticos (dois pares)

Parece que as hipoteses de se ter 2 pares de quadrigemeos idênticos é de 1 para 70 milhões, e este casal inglês, no passado mês de Abril teve quadrigémios: duas meninas, Lauren e Emily e dois meninos James e Joshua.
article-2334177-1A0DE485000005DC-209_634x407

Julian e Sharon, casaram em 2007 e sempre desejaram ter uma familia com crianças mas mesmo sem contracepção a gravidez nunca chegava, descobriram então que a Sharon tinha ovários policisticos, infelizmente muito comum nas mulheres e que pode levar à infertilidade, assim em 2011 começaram na grande luta que são os tratamentos de fertilidade com medicamentos, frustações, lutas decidiram então passar à fertilização in Vitro, tentaram 4 vezes, e após mais de 48,000 euros gastos, a última fertilização trouxe as noticias de uma gravidez.

Embora tivesse ficado feliz Sharon também ficou cheia de medo e apreensiva, pois já desejava esta gravidez à tantos anos que tinha medo que algo corresse menos bem, assim às 12 semanas foi fazer a ecografia que a informou que estava à espera não de um bebé mas de 4! Na ecografia das 14 semanas foi-lhe dito que cada óvulo fertilizado se tinha separado em dois e que ela estava gravida de dois pares de gemeos idênticos.
Nesta altura os médicos explicaram os perigos e que deveriam avaliar a situação, foi-lhes dito que um dos perigos era a transfusão intergemelar e que deviam pensar se eliminavam um dos pares, abortavam completamente ou ela mantinha a gravidez.
Embora ela e o marido estivessem assustados a verdade é que estes bebés eram muito desejados e não podiam abortar pelo que decidiram seguir em frente com a gravidez.

Às 29 semanas Sharon foi diagnosticada com pre eclampsia e estava na altura dos bebés nascerem, e assim foi, felizmente tudo correu bem. Os bebés nasceram saudaveis.
Os pais da Sharon foram morar para perto da filha e estão a ajudar a cuidar dos 4 netos.

A Sharon diz que a privação de sono é o mais dificil nesta fase, que o dia entra na noite e a noite entra no dia de forma continua 🙂

Uma das preocupações desta familia é a questão económica pois com 4 bebés de uma vez, não existe a poupança em escala para quem tem filhos de diferentes idades mas a comunidade juntou-se para ajudar estes pais e ainda não tiveram de comprar uma única peça de roupa pois foi tudo dado. A Sharon diz que agora sente uma maior preocupação pelo ambiente e pela poupança.

Embora amamente a Sharon não consegue fazê-lo sempre pois com quatro bebés não pode ficar sentada todo o dia pois têm outras necessidades como mudar a fralda, dar banho, então todos são amamentados mas também tomam suplemento.
No inicio ainda tentaram apenas dar de mamar mas os bebés que ainda não tinham mamado choravam sem parar, então enquanto amamenta um, a avó materna dá de biberão a outro e assim sucessivamente, de forma a que pelo menos uma vez por dia cada um beba leite materno.

A Sharon muda um minimo de 24 fraldas por dia e por essa razão utilizam fraldas reutilizáveis 🙂
As fraldas que esta familia prefere são as de sistema bolso em tamanho único e utiliza um misto de marcas, a razão da escolha é porque são mais absorventes, e entre dar o leite de duas em duas em duas horas, mudar as fraldas e aconchegar os 4 bebés quando choram sobra pouco tempo.

Vejam como estão lindos após a saida da maternidade 🙂

article-2334177-1A0DE6BB000005DC-478_634x419

e umas fotos mais recentes 🙂
2314902_orig

5711262_orig

Qual o melhor sistema de fraldas?

A resposta para esta questão é que nao existe um sistema melhor que o outro. Existem sim, sistemas que se adaptam melhor ou não a um determinado estilo de vida e ao dia a dia de determinada família.

É fundamental percebermos que:  o que se adapta a minha família e o sistema que considero como preferido pode nao ser o preferido da família que mora ao meu lado.

Na ecologicalkids de Lisboa por exemplo temos duas clientes irmãs, muito próximas, mães cada uma de uma menina e ambas com estilos de vida e sistemas de fraldas preferidos completamente diferentes.

Assim, é fundamental perceber cada sistema de fraldas, experimentar os vários tipos para se definir o que é melhor para aquela família.

O sistema de capa e pré dobradas é o mais económico e se a preocupação principal é a questão económica e ambiental esta é sem duvida a opção, se o beb vai ficar em casa este também pode ser a opção, as fraldas são confortáveis, secam rápido, são fáceis de lavar no entanto nao se adaptam a creche e necessitam de ser mudadas com mais frequência pelo que nao são o sistema preferido de mães que tem bebés que dormem muitas horas.

O sistema de fraldas de bolso é o preferido da maioria dos pais e adapta-se melhor a pais que trabalham fora de casa e têm pouco tempo pois as fraldas secam muito rápido e nao exigem alfinetes nem snappis. Este sistema de fraldas adapta- se à creche e, dado que permite o ajuste da absorção, é perfeito para bebés que dormem muitas horas.

O sistema de fraldas tudo em um, é perfeito para creche, casa dos avós e quem queira a fralda mais rápida de colocar, no entanto é a fralda que demora mais tempo a secar e quem opta apenas por este sistema deve ter mais fraldas que as habituais 30.

No entanto nao temos de ter apenas um sistema de fraldas a maioria das famílias opta realmente por ter um misto tendo na maioria as fraldas que prefere.

Assim se está a tomar a decisão da primeira compra de fraldas reutilizaveis e deseja ter a experiência dos vários sistemas a compra segura é:

Como acessórios para tornar todo o processo mais fácil:

Desta forma conseguimos ter a experiência completa incluindo todos os sistemas de fraldas.

Lembre-se que as fraldas reutilizáveis servem para aumentar o conforto do bebé e poupar o nosso ambiente, no entanto, não se sinta mal se por conveniência por vezes tiver de utilizar uma fralda descartável, já é fantástico que opte por utilizar fraldas reutilizáveis a maior parte do tempo, o impacto para o ambiente e para o bem estar do seu bebé por o fazer já é muito bom!

Blueberry_deluxepocket

Sophie a Girafa

Para quem deseja ver como a Sophie é feita segue video 🙂

A Sophie passa por 14 processos manuais, desde a recolha da seiva da arvore da borracha até ao produto final.

Em 100% borracha natural e pintada com tinta alimentar a Sophie é adorada por milhares de bebés 🙂

Espero que gostem:

Quando as fraldas cheiram mal após a lavagem

Como já referi noutros posts o meu saco impermeável das fraldas está dentro de um cesto de roupa ao pé da máquina de lavar e mantenho-o sempre aberto pois a marquise é muito arejada. Nunca tive problema com maus cheiros enquanto as fraldas estão à espera de serem lavadas. Nem tenho sequer sentido necessidade de utilizar o pó para balde da Rockingreen ou qualquer outro neutralizador de cheiros.

Mas há sensivelmente dois meses comecei a sentir um mau odor nas fraldas depois de lavadas quando o João fazia xixi, principalmente nas da noite. Já tinha ouvido falar imensas vezes mas agora tive o “prazer” de sentir o tão famoso cheiro a amónia! Eu não me surpreendi pois já esperava que acontecesse depois de dezenas de utilizações e muitas horas seguidas de sono!

Mas é inevitável não fazer aquela cara feia de “blhaaac” quando abrimos a fralda de manhã e sentimos aquele forte aroma a dar-nos bom dia!

Resolvi então fazer o tratamento com o anti amónia e para já tem resultado!

1º Fiz a pre lavagem como normalmente faço (mais ou menos 14 fraldas e o dobro dos absorventes)

2º Lavagem intensiva com RockinGreen Classic (uma colher)

3º Lavagem mais curta com anti amónia, interrompida para as fraldas ficarem de molho (deixei durante a noite)

4º Conclusão da lavagem (que ficou a meio com as fraldas de molho no ponto anterior)

Como tem estado mais calor e o João iniciou a alimentação sólida tenho lavado as fraldas dia sim dia não. Por exemplo, segunda à noite estendo uma máquina de fraldas, quarta ao final do dia estou a fazer outra lavagem.

Se vir que a máquina está muito aquém da sua capacidade, depois da pré lavagem, coloco uma toalha para o programa não saltar e as fraldas poderem bater umas nas outras de forma a ficarem mais bem lavadas.
DSCF1057

Mais ou menos de quinze em quinze dias lavo os absorventes (e só os absorventes) a 60ºC e deixo-os de molho com o anti amónia na máquina. Ou seja, depois da lavagem concluída, retiro as fraldas para estender e faço um programa curto só com os absorventes para os deixar de molho dentro da máquina.

Comigo este procedimento resultou e desde que o adotei não tenho sentido mau cheiro nas fraldas do João! 🙂

Amamentação

A Tânia, da Loja de Lisboa, pediu-me que escrevesse algo sobre amamentação, depois de algumas partilhas que fizemos nas minhas visitas à loja. De tanto que tenho para contar, e aproveitando a comemoração da Semana Mundial do Aleitamento Materno (1 a 7 de Agosto de 2013), resolvi contar o meu inicio. Começo por me apresentar, sou a Tânia (também!) , tenho 36 anos, e sou mãe de dois mini-bebés: o João, agora com quase 4 anos, e que nasceu às 38 semanas, com apenas 2,010kg; e a Maria que faz 1 ano esta semana, nascida às 34 semanas, com 1,330 kg. Ambos amamentados em exclusivo, desde a alta hospitalar até à introdução da Alimentação Complementar.

Sempre soube que ia amamentar. Afinal, as maminhas não podiam servir só para enfeitar, tinham de ter a utilidade para que a Natureza as fez. Muito antes da gravidez surgir, já eu lia tudo o que me passava pela frente sobre amamentação. Um blog dos meus preferidos, com muita informação de qualidade, foi o do projecto Mamar ao Peito. Entretanto a gravidez (finalmente!) surgiu, e continuei a minha caminhada. Nas ultimas semanas de gravidez, comprei a minha “bíblia” da amamentação, o Manual Prático do Aleitamento Materno, do Dr.Carlos Gonzalez, disponível no site do SOS Amamentação . Em duas semanas, li-o duas vezes de seguida!

Quando eu pensava que ainda tinha à minha frente algum tempo de gravidez, o João resolveu que estava com pressa, e 2 dias antes das 38 semanas, um pico de tensão levou a que o parto fosse induzido. Um parto rápido, sem tempo para epidural, e põe-me no colo um bebé mais pequenino do que eu estava à espera: 2,010kg  de gente, uma surpresa para todos. Seguindo o protocolo para bebés com menos de 2,500kg, o teste da glicémia revelou valores muito baixos, pelo que ele foi internado na unidade de Neonatalogia cerca de 1 hora depois de nascer. E começava o desafio…

Não tinha o bebé comigo, não o podia amamentar, como tanto tinha sonhado. Só o voltei a ver no dia seguinte, quase 18 horas depois de ele ter nascido. Assim que o pude ver, tirei-o da incubadora onde estava, peguei nele, e tentei pô-lo à mama. Mas ele não parecia saber o que fazer, limitava-se a lamber… Assim se passaram 5 dias, em que ele foi alimentado primeiro por sonda, depois por biberão, com Leite Artificial, porque eu quase nada conseguia extrair. Ia tentando pô-lo na mama, mas sem grande resultado. Ao 5º dia, finalmente, tive a subida do leite, mas o João continuava sem conseguir pegar. Uma enfermeira novinha e despachada sugeriu que experimentasse bicos de silicone. Eu tinha lido sobre esses artefactos, e sabia que não eram aconselhados, mas no desespero de ter um bebé internado, faz-se qualquer coisa. O que se seguiu, para quem acredita, pode ficar na categoria de “milagre”: de repente, o pequenino João começou a mamar, como se nunca tivesse feito outra coisa! Tão bem, que no dia seguinte, aos 6 dias de vida, pudemos finalmente levar o nosso bebé para casa!

E começava uma nova fase! Por ser tão pequenino, tínhamos de garantir que comia, pelo menos, de 3 em 3 horas. Tínhamos de o acordar, fosse a que horas fosse, dia e noite. E quando finalmente acordava, levava muito tempo na mama. Mamava um pouquinho, adormecia. Acordava, mais meia dúzia de chupadelas, e toca de dormir. Levávamos os dias e as noites nisto, com muito cansaço, desespero, ansiedade, mas com a certeza de que era exactamente o que queria fazer. Amamentar afinal, não era nem bonito, nem romântico. Era simplesmente garantir que o meu filho, que não tinha crescido tudo dentro da barriga, pudesse ter o único alimento adequado, em quantidade e qualidade, nada mais, nada menos. Nem que para isso eu estivesse 24 sobre 24 horas de mama de fora. Cada vez que ia amamentar, preparava o meu “estaminé”: no sofá da sala, almofada de amamentação, água à mão, comidinhas práticas (bolachas, frutas, frutos secos, o que pudesse facilmente comer à mão), e o comando da televisão, quase sempre na Fox. E ali ficávamos os dois, horas esquecidas. O mundo e a casa tinham ficado para trás, só interessava amamentar o meu bebé, tão pequenino. O esforço era recompensado semanalmente, nas pesagens do Centro de Saúde, em que o João aumentava optimamente de peso, recuperando para valores normais para a idade.

Às 8 semanas, tivemos uma grande vitória: os malfadados bicos de silicone, passaram a fazer parte da história. Já estava tão farta de andar com aquilo atrás, que decidi que já chegava. O João já pegava bem, já tinha força, a boquinha minúscula já tinha crescido um pouco, estava na hora de avançar. Aos pouquinhos, uma mamada de cada vez, fui conseguindo tirar, até que ao fim de poucos dias, já não precisávamos daquilo!!

E um dia, aconteceu uma coisa estranha: mal eu tinha acabado de me instalar para mais uma maratona de mama, já o João tinha acabado de mamar. Assim, de repente, de um dia para o outro, o João era um Campeão da mama! Quaisquer 5 minutos chegavam, para ficar satisfeito! Que bom, que bom! Afinal, eu não ia passar a vida sentada no sofá, a ver episódio atrás de outro do “Bones”!

E assim continuámos, o João continuou a aumentar muito bem, e mamou em exclusivo até à introdução da Alimentação Complementar. E mamou muito, muito, até dizer que não queria mais, pela sua vozinha de 27 meses. Mas isso são outras histórias…

E vocês? Tiveram um inicio de amamentação complicado? Que dificuldades surgiram, e como as conseguiram superar

semana_mundial_amamentacaoAproveitando a comemoração da Semana Mundial do Aleitamento Materno, partilho o inicio da minha experiência de amamentação. Sou a Tânia, tenho 36 anos, e sou mãe de dois mini-bebés: o João, agora com quase 4 anos, e que nasceu às 38 semanas, com apenas 2,010kg; e a Maria que faz 1 ano esta semana, nascida às 34 semanas, com 1,330 kg. Ambos amamentados em exclusivo, desde a alta hospitalar até à introdução da Alimentação Complementar.

Regresso ao trabalho

Pois é, passados quase seis meses de licença com o meu bebé eis que chegou ao fim e cá estou eu de regresso…

Como passou rápido!

Foram 6 meses de muito colinho, de algumas noites mal dormidas, de muita “maminha”, de muitas canções de embalar sussurradas ao ouvido, de muitas fraldas mudadas, de muitos sorrisos…

Muitas horas em que fui só eu e o meu João…

É estranho e custa tanto separar-me dele após tantos meses sempre tão juntinhos, primeiro na minha barriga, depois à distância de um olhar.

Os primeiros dois meses foram os mais difíceis, o João chorava muito, passamos umas boas noites sem dormir, chegava a ser desesperante não saber a causa do choro aflitivo que só acalmava com o som do secador do cabelo 🙂 Custava-me tanto saber que ele pudesse estar desconfortável…

Chorei ao vê-lo chorar; por cansaço, por hormonas descontroladas, por pensar que ele tão pequenino estava agora neste nosso “mundo” tão diferente do que ele estava habituado e onde viveu durante nove meses.

Afaga-lo no meu peito, ligar secadores, aspiradores, exaustores, ficar a noite em claro era o mínimo que podia fazer para que se sentisse melhor e aconchegado.

Foram meses de puro amor, e cada dia gosto mais dele quando julgo que é impossível amá-lo mais.

Hoje o João já não é “chorão”!

Ainda acorda para mamar, às vezes de três em três horas! Mas também tem noites que dorme seis ou sete horas seguidas.

Adora tomar banho e chapinhar na água, gosta de beijinhos, de colinho, ri-se à gargalhada principalmente com as “maluqueiras” do pai (aquelas coisas de homens), adora brincar com a bola colorida da Sterntaler, gosta que lhe cantem e deem muita atenção.

É dono de um olhar doce e curioso, de um sorriso meigo e ao mesmo tempo malandro.

É um bebé saudável e feliz! 🙂 E isso basta-me.
DSCF1192_2

Foi com ansiedade que vivi a chegada do primeiro dia de trabalho agora com o João na minha vida, tentei adiar o meu regresso com três semanas de férias para o poder acompanhar o máximo de tempo possível e lhe prolongar a amamentação em exclusivo.

Já espreitei várias vezes no meu tlm as muitas fotos que lhe fui tirando durante todos estes meses e é difícil não sentir aquele nó na garganta.

Mas também estou feliz por reencontrar os meus colegas de trabalho e os melhores clientes do Mundo!

Sei que há muitas novidades, produtos novos, um site renovado que ainda ando a descobrir.

Hoje foi o meu primeiro dia de trabalho desde que sou mãe.

Hoje, pela primeira vez, sei que vou para casa e tenho o João à espera…

A Ecologicalkids permite que as suas colaboradoras possam gozar licença sem vencimento desde que acaba a licença de maternidade até o bebé completar 12 meses, para que a mãe possa acompanhar por mais tempo o bebé e promover a amamentação.

Durante este mês, enquanto faço as férias da Vanessa (a minha colega do Porto) vou ponderar, pesar todos os prós e contras. Então decidirei se fico a 100% com o meu João até ele fazer um aninho… Depois, claro que partilho convosco a minha decisão! J

E vocês, o que fariam? Não acham que a licença de maternidade se devia estender até ao ano, ou pelo menos ser opcional?

As fraldas cheiram mal no balde?

O cheiro a amónia é muito forte, geralmente se as fraldas sujas forem colocadas num saco impermeável. Dentro de um balde com tampa não se sente nenhum o cheiro a amónia cá fora, no entanto quando abrimos o balde o cheiro assemelha-se a sonasol amoniacal, é mesmo tal e qual 🙂

Este cheiro é mais ou menos forte de acordo com o bebé, se ainda é recém nascido e bebe apenas leite ou se já tem uma dieta alimentar de sólidos, se bebe muita água ou leite o cheiro tente a ser mais fraco, se estiver doente a tomar antibiótico ou não gostar de beber água então o cUntitled 11heiro é mais forte.

Se o bebé está numa fase em que o cheiro a amónia é muito forte, podem optar por colocar um pouco de pó para balde da Rockin Green no fundo do saco (para balde ou de transporte), este pó ajuda a equilibrar o PH no saco e neutraliza a ureia responsável pelo cheiro a amónia.

O mais importante é nunca guardarem as fraldas reutilizáveis sujas em sacos de plástico pois estes aumentam a temperatura dentro do saco, promovem a criação de bolor e intensificam o cheiro a amónia, se optar por passar por água os absorventes com xixi, escorre-los e colocá-los depois no saco impermeável lembre-se também que as suas fraldas podem ficar com bolor! e ficarem danificadas, a acidez do xixi tem a vantagem de evitar o bolor. Assim, é muito importante que não passe as fraldas por agua antes de as colocar no balde!!!
As fraldas devem ir sujas para dentro do saco para balde.

É muito importante igualmente que tentem lavar as fraldas reutilizáveis sujas o mais frequentemente possível, isto é deixem as fraldas sujas um máximo de 3 dias no balde.
Caso tenham deixado mais de 3 dias fraldas sujas no balde por esquecimento ou conveniência e o cheiro a amónia se tenha literalmente infiltrado nas fraldas 🙂 então devem lavar os absorventes (apenas os absorventes) a temperatura alta na maquina com duas colheres de anti amónia.

Eu tinha o balde ao lado do fraldario e sempre utilizei sistema de saco para balde em balde fechado e recomendo 🙂 no entanto também existem pais que preferem deixar o balde aberto pois garantem que fica menos cheiro a amónia e caso tenham uma zona da casa arejada onde o possam fazer é perfeito 🙂

Fraldas reutilizáveis, as minhas contas.

A minha decisão de utilizar fraldas reutilizáveis não foi baseada em factores de poupança, mas sempre foi uma mais-valia da escolha que fiz. Decidi fazer as contas ao que gasto/poupo com as fraldinhas reutilizáveis para ter essa noção. Eu antes de usar estas fraldas usava umas descartáveis de uma marca que se compra em farmácias e para-farmacias pois achava que eram melhores para o Gugu.
Sant-47

Para ter a noção do custo completo de todo o processo, fui investigar quanto custaria uma lavagem na máquina da roupa em termos de electricidade e água. Em todos os sítios que vi a informação que obtive seria a de uma máquina económica faria cada lavagem com o custo de 9 cêntimos (electricidade e água), a máquina menos económica no programa mais gastador de todos o faria por 21 cêntimos (electricidade e água). Embora a minha máquina seja económica, para as minhas contas decidi usar o valor mais caro para prever o pior cenário de custos. Também contemplei o detergente Rockin green – Hard Rock (a versão para água dura) que custa 18,90€ e dá para 90 lavagens = 0,21 cêntimos por lavagem.
Eu faço 1 máquina por semana só de fraldas ou então 2 máquinas com outra roupa misturada.

– Gasto uma média de 60 fraldas por semana (8 fraldas/dia)

– 2,5 anos de fraldas são 130 semanas (1 ano são 52 semanas)

Fraldas descartáveis

Pack de cerca de 30 fraldas – 10€

Por semana são 2 packs (60 fraldas) – 20€

20€x130 semanas = 2600€

Custo das fraldas descartáveis durante 2,5 anos de fraldas = 2600€

Fraldas reutilizaveis

Custo médio de cada fralda 20€

Custo de 20 fraldas = 400€

Custo de 30 fraldas = 600€

Custo de cada lavagem detergente = 18,90€/90 lavagens = 0,21 cêntimos por lavagem.

Custo de 1 Lavagem de fraldas por semana com detergente Rockin green Hard Rock

(0,21€ da lavagem + 0,21€ do detergente) x 130 = 54,6€

Custo das fraldas reutilizáveis durante 2,5 anos de fraldas com 20 fraldas e 1 lavagem por semana (agua, electricidade e detergente) = 454,6€

Custo das fraldas reutilizáveis durante 2,5 anos de fraldas com 30 fraldas e 1 lavagem por semana (agua, electricidade e detergente) = 654,6€

 É claro que no segundo filho a poupança será muito maior pois apenas terei o custo das lavagens, já não terei o investimento das fraldas 🙂 🙂 🙂

Sou a Raquel, mãe de primeira viagem de um gordo lindo de 3 meses que é o Gugu! O papá, adorou a ideia das fraldas e também as muda.
Só por os absorventes dentro das fraldas é que ainda é tarefa exclusiva da mãe.
O Gugu não utiliza fraldas reutilizáveis desde que nasceu mas agora que as usa fica com um rabiosque lindo dentro delas e já não quer das outras 🙂

______________________________________________________________________

Para participar no nosso blog envie o seu artigo por email para: clientes@ecologicalkids.pt, temos presentes para os textos que forem publicados